MAGOS NEGROS E DRAGÕES DO ASTRAL

FLEUR DE LYS

MAGOS NEGROS E DRAGÕES DO ASTRAL

Mago Negro


MAGOS NEGROS

Mago Negro 1

Na verdade, os magos atuam no planeta desde épocas imemoriais.

Sua atuação foi mais intensa no momento histórico da Atlântida e da Lemúria, e muitos deles passaram a operar nos bastidores da história das civilizações humanas.

Considerando que não desejavam de modo algum que a mensagem do Cristo viesse ao encontro dos povos da Terra, tudo fizeram para impedir o desenvolvimento e a difusão da ideia cristã.

A Atlântida e a Lemúria, continentes cuja história ainda não é reconhecida pelos intelectuais da Terra, mas estudada através dos registros mantidos no mundo espiritual, constituem o berço dos magos.

Esse território perdido recebeu os exilados de outros orbes, espíritos detentores de grande bagagem científica e notável domínio mental sobre as forças da natureza, os quais, em seu apogeu, portavam-se de acordo com determinado sistema ético e moral.

Entre os magos, houve os que se distanciaram dos objetivos traçados pelo Conselho dos Bons – como era chamado o colegiado diretor dos ensinos iniciáticos – e se colocaram em desarmonia com os elevados propósitos da vida; por esse motivo, autodenominaram-se magos negros, em contraposição aos adeptos da magia branca ou superior.

As atividades dos lemurianos e atlantes se concentravam sobre os fluidos naturais do planeta Terra, que, muito embora fossem primitivos, primários ou pouco elaborados, em virtude disso mesmo respondiam mais facilmente à ação do seu poder mental disciplinado. 

Era diminuta a população de encarnados, disposta em grupos esparsos pelo orbe, e não havia a fuligem mental de desencarnados, cujo contingente era bem menor e, acima de tudo, composto por almas predominantemente instintivas, ignorantes e ingênuas.

Sendo assim, é nesse ambiente “virgem”, que resguardava relativa simplicidade psíquica, que os magos negros encontraram o campo vibratório que favoreceu seu desenvolvimento e o consequente planejamento de suas operações e organizações.

Ignoravam, contudo, que eram manipulados por outros seres, ainda mais perigosos do que eles: os chefes de legião dos dragões.

Os magos queriam acreditar que eram os senhores absolutos das próprias ações, rejeitando qualquer apelo por parte de seus antigos mentores e mestres.

Mesmo hoje, a maioria dos magos, senão todos, não concebem que são dirigidos por espíritos ainda mais antigos e experientes na arte da sedução mental, como os dragões do mal.

A proximidade dos tempos do exílio planetário, pois que haviam chegado recentemente à Terra, fazia com que os magos atlantes e lemurianos recordassem com razoável nitidez um sem-número de leis e métodos sobre como empregar a energia de seu pensamento para manipular tudo ao seu redor.

Como era de se esperar, essa lembrança foi progressivamente nublada, devido às sucessivas reencarnações e à necessidade de envolvimento na vida social mundana.

Obviamente, com o transcorrer dos séculos e milênios, as grandes civilizações que aportaram no planeta foram perdendo o contato com o conhecimento primordial.

Na Antiguidade, restavam apenas fragmentos desse saber, e muitos dos antigos exilados já haviam retornado ao orbe de origem.

Por essa ocasião, ficaram para trás somente os retrógrados e seus aprendizes, que formaram os colégios de sábios e os templos iniciáticos.

Os magos remanescentes, então sem a lucidez de outrora e distanciados do conhecimento original, agruparam-se em grandes confrarias, de acordo com as afinidades de cada um, formando colegiados.

Perdendo o conhecimento superior devido ao fato de ficarem naturalmente absorvidos nas questões de sobrevivência, os poucos iniciados retiraram-se para os templos antigos, isolando-se em colégios fechados.

Esse movimento se deu nos planos corpóreo e extracorpóreo; neste último, a conspiração de seres do astral formou diversas confrarias, cada qual sob o comando de algum mago que se mostrasse mais apto à condução dos demais.

A partir de então, em ambas as dimensões, tanto os magos brancos quanto aqueles que se identificavam com os elementos de discórdia, no plano astral, viram-se compelidos a associar o poder do pensamento às simbologias. Tal ferramenta foi a solução encontrada para que os novos iniciados compreendessem e empregassem os conceitos da magia.    

(Robson Pinheiro/Pai João de Aruanda, Magos Negros, 1ª edição, 8ª reimpressão, Casa dos Espíritos, Contagem/MG – 2016, p. 203/212).


Segundo o Preto-Velho CLEMÊNCIO ao espírito ÂNGELO INÁCIO, por meio do médium Robson Pinheiro:

(…) Você ignora que todos utilizamos dos recursos da natureza, colocados à nossa disposição pela divina sabedoria, de acordo com a ética que nos é peculiar?

À manipulação desses recursos mentais, fluídicos, verbais ou energéticos é que denominamos magia.

E, quando alguém se utiliza de maneira desequilibrada ou maldosa do depositário de forças sublimes, dizemos então que se concretiza a magia negra.    

Antigamente, como ainda hoje, em diversos lugares da Terra, alguns irmãos nossos se consorciavam com entidades perversas e se utilizavam de objetos, verdadeiros condensadores de energia, de baixa vibração, com o intuito de prejudicar as pessoas.

Mais tarde surgiram os magos negros, uilizando outros tipos de condensadores magnéticos, também vibrando a prejuízo do próximo. 

Aqui e acolá, surgem, de época em época, aqueles irmãos nossos que se colocam em sintonia com as trevas e, desse modo, tornam-se instrumentos de inteligências vulgares para irradiar o mal em torno de si. São os chamados magos negros, encarnados e desencarnados, grandes médiuns das sombras. 

(Robson Pinheiro/Ângelo Inácio, Aruanda, 2ª edição, 24ª reimpressão, Casa dos Espíritos, Contagem/MG – 2016, p. 80/81)


DRAGÕES DO ASTRAL

Dragão do Astral

Segundo o Mestre Ascencionado Magíster SERAPHIS BEY, por meio do médium Wanderley Oliveira:

Eles são seres humanos, integram nossa raça. Inteligentes. Com larga soma de conhecimento das leis divinas e com rara habilidade de manipular as energias naturais. Conhecem a psicologia da alma, avançaram em tecnologia e são tenazes na busca de seus ideais.

Adquiriram o domínio do inconsciente, tornando-se manipuladores dos sentimentos.

Foram transmigrados de vários planetas em levas de bilhões de criaturas rebeldes aos sublimes estatutos de Deus, para recomeçarem a caminhada evolutiva no reerguimento de si próprios perante a consciência.

Chegados à Terra em degredo, formaram castas de rebelião usando as tendências inatas de inconformação com o exílio. Renascidos nos troncos antropológicos mais remotos do que hoje é o continente africano, foram, paulatinamente, resgatando as reminiscências da bagagem intelectiva e social que armazenaram.

Vieram em naves, cuja atual tecnologia mais avançada da ciência supersônica, nem sequer alcança os níveis de engenharia aeroespacial dominada àquele tempo pelos tutores interplanetários que lhes fizeram o transporte galáctico. Um trabalho de minúcias, planejamento e milênios de execução.

Quatro troncos de transmigrados foram decisivos para a construção da história da Terra nos últimos 15.000 anos.

Eles se disseminaram pelos povos da Suméria e Mesopotâmia. Espalharam-se pela Caldeia e depois pelos povos que originaram a família indoeuropéia. Deixaram relatos claros de seu poder criador no Egito, na China, na Índia e na velha civilização greco-romana.

Entre os quatro troncos, dois deles, o ariano e o povo da casa de Israel ou tronco judaico-cristão, sempre estiveram presentes nos mais conhecidos episódios da história humana. Ora como egípcios, ora como hebreus. Ora como romanos, ora como palestinos. Ora como nazistas, ora como judeus.

Tais espíritos se revezaram em uma das mais sangrentas e antigas disputas que transcende a chegada de todos eles a esta casa planetária.

Os arianos como cultores da raça pura e do progresso pelo domínio, amantes do poder, das castas.

Os judeu-cristãos como o grupo mais afeiçoado à religião, amantes do Deus único e também os mais pretensiosos proprietários da verdade.

Nos primeiros, a arrogância nacionalista. Nos segundos, a arrogância religiosa.

Digladiam por milênios afora dando continuidade a uma velha disputa pelo poder. Ambos adoecidos pela vaidade. Os arianos acreditam na força bélica, e os judeu-cristãos na força divina. Religião e armas são duas extremidades de um processo antropológico milenar deste planeta. Ódio e amor. Poder e fé. Velhos arquétipos dominantes nas mentes exiladas.

Foi nessa fieira de ódio e incompreensão, há mais de 10.000 anos, que se organizou a primeira força militar da maldade na Terra.

Eles se denominaram dragões, a mais antiga casta de poder formalizada no astral inferior de nosso orbe.

Descendentes de ambos os troncos de exilados, como facínoras da hipnose coletiva, entrincheiraram-se na revolta e no ódio milenar.

A migração interplanetária é uma ocorrência contínua e natural no universo. Da mesma forma, o ir e vir de comunidades no ambiente terrestre é uma constante.

Houve uma grande reação das trevas com as conquistas do século XX, pelo fato de serem avanços realizados pelos aborígines, o povo da Terra.

As comunidades sombrias zombam desse fato recordando as contribuições que deram ao velho Egito e às civilizações primitivas. Essa insurreição também se deve ao estratégico renascimento corporal de dragões, cujo objetivo seria destruir a humanidade incendiando a cultura, a política e a economia mundial.

Existem embaixadores do Senhor em todos os flancos nos quais haja poder de influência sobre multidões. Uma retaguarda de almas de coração puro e experimentadas na arte de construir o bem foi acionada em regime de prontidão permanente nestes últimos trinta anos.

Os dragões são nossa família pelos elos do coração. Filhos transviados que mendigam amor incondicional. Essa manifestação de amor deve constituir a orientação essencial a quem almeja somar nas oficinas de abnegação e socorro pela iluminação das sombras abissais.

Quando estendemos a mão a um vizinho, quando desenvolvemos um gesto de solidariedade ou educação, quando tornamo-nos um exemplo de cidadão, enfim, quando exercemos a cidadania cósmica, estamos efetivamente cooperando para um mundo melhor e atendendo ao clamor pela regeneração, que acena um futuro promissor em favor da paz mundial.

(Wanderley Oliveira/Maria Modesto Cravo – Prefácio de Magíster Seraphis Bey, Os Dragões, o diamante no lodo não deixa de ser diamante, 1ª edição, Editora Dufaux, Belo Horizonte/MG – 2009, p. 06/10)


Segundo o espírito RAINHA ISABEL DE ARAGÃO (Santa Isabel), por meio do médium Wanderley Oliveira:

Embora a maldade já existisse nas almas transmigradas para o planeta em tempos imemoriais, vamos detectar a presença do mal na Terra como organização social a partir de 10.000 anos atrás.

Lúcifer, o gênio do mal, um coração extremamente vinculado a Jesus, estabeleceu o litígio inicial representando milhões de almas insatisfeitas com as consequências do exílio em outro orbe.

Dominado pela soberba que os expulsou das oportunidades de crescimento em mundos distantes, tomou como bandeira a prepotência de empunhar armas contra o Condutor da Terra, a fim de disputar, em sua arrogância sem limites, por quem ela seria dominada e controlada. Eis o motivo de uma história política, moral e espiritual que se arrasta há milênios.

A estratégia para tal insanidade é manter a humanidade na ignorância espiritual. A inteligência ilimitada desse espírito, que carrega experiência ímpar sobre o destino de multidões, traçou um plano nefando de explorar as próprias fraquezas humanas para retê-la na inferioridade. O fundamento basilar desse plano consiste em colocar o instinto como núcleo estratégico do atraso. Convencer o homem da Terra que não vale a pena mudar de reino, subir o degrau do instinto para a razão. O prazer e a vida, nessa concepção decadente e astuta, residem em se manter na retaguarda dos cinco sentidos com total expressão dos interesses pessoais.

Ações marcantes dessa organização da maldade no mundo podem ser verificadas aproximadamente 1.500 anos antes da vinda do Cristo por ocasião da implantação da noção da justiça divina no mundo, por meio do primeiro código ético enviado pela mediunidade do Mais Alto para a humanidade – os Dez Mandamentos.

A maldade usou toda sua cota de energia para impedir a vinda de Moisés e a difusão dos Dez Mandamentos para os povos.

Criaram, nesse tempo, a Casta dos Justiceiros dentro de uma concepção cruel de justiça feita com as próprias mãos, conseguindo alterar significativa parcela do bem que a Lei Divina poderia ter fermentado nas sociedades daquele tempo.

O símbolo inspirador dessas falanges, fartas de perversidade, é o DRAGÃO, um retrato animalizado da força e do poder que essas criaturas adoecidas trazem no imo de si mesmas.

A figura lendária do dragão surgiu nas crenças mais primitivas que se tem notícia como uma insígnia de poder.

Querem distinção em relação aos aborígines da Terra, considerados um atraso na evolução por parte deles.

O paraíso perdido passou de geração a geração. Muitos voltaram a seus mundos de origem, entre eles Capela. Aqueles que permaneceram formaram séquitos.

Dentre os espíritos exilados, o povo hebreu é o mais exclusivista e crente. Cultores da raça pura e do monoteísmo. Sempre tentaram não se misturar nas mutações étnicas. Não foi por outra razão que Jesus escolheu a árvore de David para nascer. Foi assim estruturada a linhagem psíquica dos espíritos do Cristo – almas exiladas de seu mundo original, vinculadas ao coração de Jesus, e que formaram o tronco judaico-cristão, com perfil moral de acendrado orgulho centrado na ideia do Deus único.

Os dragões justiceiros, como se denominam em suas hostes, fundaram, a esse tempo, a primeira das sete cidades da maldade na psicosfera terrena. Chamada de Cidade do Poder está situada no psiquismo do Velho Mundo, nas portas da psicosfera da Palestina, a antessala do Oriente Médio.

O lugar mais conhecido e onde se praticam as mais infelizes formas de maldade chama-se Vale do Poder, um cinturão psíquico que circula a subcrosta da Terra, onde vegeta uma semi-civilização que onera a economia vibratória do orbe.

(Wanderley Oliveira/Maria Modesto Cravo, Os Dragões, o diamante no lodo não deixa de ser diamante, 1ª edição, Editora Dufaux, Belo Horizonte/MG – 2009, p. 93/98)


Segundo o espírito MATHIAS, um ex-dragão coroado, por meio do médium Wanderley Oliveira:

Fui coroado dragão e servi a essas hordas por muito tempo, em várias passagens entre uma e outra encarnação. Falarei do que sei no intuito de colaborar.

A extensão desse ambiente chamado Cidade do Poder vai desde o solo sangrento da Palestina até os mais recônditos e sombrios vales da África, onde se situa um dos pontos mais antigos de exílio no planeta, o Egito.

Após a história da crueldade em torno da mensagem do Cristo, nos últimos dois milênios os países europeus estenderam esse cinturão da maldade, que hoje tem seus apêndices por todo o orbe, conquanto seu ponto nuclear de irradiação continue sendo a massa psíquica sob o solo de Israel espraiando-se por todo o Oriente Médio. O mar Mediterrâneo é o endereço de inúmeras bases dessa arquitetura engenhosa e bem planejada.

Calcula-se, atualmente, na Cidade do Poder a população de 45 a 50 milhões de habitantes.

Construções sórdidas que imitam as edificações e ideais de genialidade da Cidade do Poder espalham-se por todos os cantos, adquirindo contornos específicos conforme os interesses de cada região.

Foram sendo criados núcleos tão avançados na subcrosta que muitos adeptos dessas organizações preferiam não regressar ao corpo, acomodando-se às vantagens interesseiras desses locais.

Os dragões pensam que a Terra lhes pertence.

Técnicas eficazes de domínio mental são exercidas como forma de reter seus escravos.

Tudo começou (…) com LÚCIFER e uma multidão de insatisfeitos degredados de outros orbes. Eles contribuíram com o progresso da Terra e se achavam injustiçados com os resultados espirituais de suas atitudes, queriam privilégios.

A Casta dos Justiceiros, pouco a pouco, aperfeiçoou-se e surgiram os dragões legionários, os dragões justiceiros e os dragões conselheiros, ordem que se mantém até hoje.

Nessa hierarquia, os dragões legionários são os generais. Alguns deles não reencarnam há pelo menos 5.000 anos, cumprindo com os mais altos postos da ordem.

Temos os dragões justiceiros ou ministros. E temos os dragões aspirantes, que são os conselheiros.

Cada ministro chefia mil conselheiros ou dragões aspirantes, graduando-se, assim, ao posto de legionário.

Existem mil cargos desse nível, totalizando 1 milhão de dragões legionários – governantes da Cidade do Poder.

Chama-se de DRAGÃO SOBERANO ou legionário soberano quem chefia esse milhão de dragões. É, por assim dizer, o comandante da Cidade do Poder.

Mais conhecido como LÚCIFER, um título de reconhecimento e grandeza perante a casta em homenagem ao dragão-mor que deu origem à casta.

Como temos sete cidades principais desse porte, calcula-se um número em torno de 7 milhões de almas nos alicerces da maldade organizada dos dias atuais. São as sete maiores e mais antigas que patrocinam o mal na Terra. Não são as únicas existentes.

Nesse jogo do poder entre as sete facções, Lúcifer, como hábil manipulador, manteve as rédeas dos dragões legionários, que até hoje são seus escudeiros fiéis, ocupando cargos de destaque em cada uma das cidades.

Cada local, conforme sua função, adota terminologias próprias. Por exemplo, na cidade do prazer, os justiceiros são chamados de servos de Baco ou dragões da luxúria.

Egito Antigo, Cruzadas, Templários, Inquisição, Noite de São Bartolomeu formam alguns dos reflexos das trevas sob tutela dos dragões abismais, que cada dia mais buscam possuir as rédeas da Terra em suas mãos. Os justiceiros são os mesmos soldados de deus da Idade Média cujo objetivo era defender a mensagem do Cristo.

Todavia, a maldade é frágil e instável. As hordas que ergueram a polis do mal começaram a digladiar entre si. Podem ser disciplinados, mas não sabem ser éticos.

A vinda do Cristo ao mundo foi a segunda grande derrota na concepção dos asseclas de Lúcifer. Fragilizados por não conseguirem impedir a vinda de Jesus, criaram cisões e se enfraqueceram.

O próprio Mestre enfrentou Lúcifer no deserto por quarenta dias e noites. Essa batalha de que os homens nem sequer imaginam as nuances mudou o destino de toda a humanidade.

Assim, dentro da mesma plataforma de exploração da inferioridade moral dos homens, nos últimos 15.000 anos, surgiu, em sete linhas distintas, o poderio da maldade descentralizada na seguinte ordem cronológica: o PODER, cujo núcleo é o apego e a arrogância.

O PRAZER, envolvendo as ilusões da fisiologia carnal. A VAIDADE, explorando o individualismo. A VIOLÊNCIA, voltada para vampirizar pela agressividade e pelo ódio. A MENTIRA, insuflando a hipocrisia nas intenções. A DESCRENÇA, fragilizando a fé nos corações e criando a sensação de abandono e impotência. A DOENÇA, incendiando o corpo de dor. Juntas, formam a causa moral de todos os males do planeta em todos os tempos e latitudes.

A história da migração das almas que planejaram o mal na Terra acontece há aproximadamente 40.000 anos.

Quatro troncos principais definiram caracteres raciais, quais sejam: os egípcios, os indo-europeus, os hebreus e os indianos.

Para compreender o ponto essencial desse segundo período das ideias espíritas no mundo, temos de recorrer aos caracteres morais do tronco JUDAICO-CRISTÃO – a classe mais orgulhosa dentre as quatro ramificações. Extremamente aferrados ao costume de serem os mais preparados para entender a vontade divina. A propósito, eram os únicos monoteístas entre os grupos exilados.

A índole rebelde e hermética patrocina até hoje a crença judaica, aguardando um Senhor que os colocará no lugar que julgam merecer diante da humanidade terrena. Renascidos em outros segmentos que aceitam Jesus como Mestre, partiram para o outro extremo da escala do orgulho humano de suporem ser os donos da verdade absoluta.

Por sua vez, a família INDO-EUROPEIA, era o grupo dos capelinos mais revoltados com o exílio. Odeiam a figura de Jesus. Acusam o Mestre de não lhes cumprir a promessa de amparo em um local de recomeço onde pudessem reinar com seu conhecimento. É a classe que mais domínio mental possui dentre os exilados.

FOI DESSE RAMO QUE SURGIRAM OS DRAGÕES.

Uma das mais antigas propostas dos dragões, que são egressos principalmente do tronco indo-europeu entre os exilados de Capela, é exatamente a escravidão das almas mais crentes em Jesus, isto é, o tronco judaico-cristão ou a casa de Israel.

Em conluio com espíritos do tronco egípcio e indiano dos capelinos, patrocinaram desatinos contra os amantes do Cristo. O objetivo é exatamente humilhar os seguidores de Jesus ou todos aqueles que Nele depositam a esperança do Messias Salvador.

Ao longo de todas as épocas, vamos assistir a inúmeros episódios históricos que são repetições desse cenário moral entre grupos de almas rivais no campo religioso e político. Em todos eles a tônica é a justiça fria e aplicada com rigor.

A escravidão no Egito, narrada pela história obedeceu a iniciativas desse quilate. No Império Romano as algemas foram novamente colocadas no povo judeu. A Idade Média, foi um longo período de escravidão dessas almas no mundo espiritual no intuito de fazerem uma raça dominada.

A prisão de Lúcifer, como era conhecida, foi resultado de mil anos da história humana em plena idade das trevas.

Os dragões, logo após a queda do Império Romano, fundaram a mais ampla penitenciária de todos os tempos sob a crosta do Velho Mundo chamada VALE DO PODER, um local de escravização sem precedentes na história da Terra, uma sombra tenebrosa da Cidade do Poder. Tudo isso como atitude de revanche em razão da detenção de um séquito de legionários soberanos vinculados ao poder romano.

Uma classe de luciferianos – como também eram conhecidos os dragões legionários – foi detida pelas forças protetoras do orbe, que impediram os seus planos nefandos de domínio da Terra. Isso causou ira aos milhões de seguidores que, receosos de regressar ao corpo, e sob comando da falange draconiana, resolveram digladiar com o Cristo, humilhando seus seguidores e sua mensagem no mundo. Basta lançar um olhar para a idade medieval e teremos uma noção do que aconteceu nesse sentido.

No iniciar da Idade Média, cumpriu-se o que está no Apocalipse capítulo 20, versículos 1 a 3, 7 e 8 que narra:

“E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que mais não engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo.” (…) “E acabando os mil anos, satanás será solto da sua prisão, e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da Terra (…)”

Foram realmente mil anos de idade de trevas. Pavor e atrocidades. Até que no século XV, graças à nova intervenção de Jesus no roteiro de aperfeiçoamento do planeta, a história humana iniciou um trajeto de glórias sem precedentes.

A equipe de luciferianos aprisionada foi libertada igualmente.

Iniciou-se um novo degredo e muitos desses foram os primeiros a ser novamente recambiados a outros orbes.

Como resquício de toda essa história, milhões de almas amantes do Cristo ainda permaneceram nas celas infectas do Vale do Poder no psiquismo do Velho Mundo.

O movimento de libertação desses bolsões de almas afeiçoadas ao Evangelho e carentes de redenção consciencial foi denominado como TRANSPORTE DA ÁRVORE EVANGÉLICA.

Regressam ao seio da comunidade espírita brasileira. O mesmo tronco espiritual. Vários galhos conforme experiências grupais. Folhas diversas devido à natureza individual. Sob a tutela dos missionários do exemplo moral, como Bezerra de Menezes, estão construindo a maior comunidade inspirada nas ideias universalistas do Espiritismo em terras brasileiras.

A missão espiritual inicialmente conferida à Palestina foi transferida para o solo virgem do Brasil.

Mais uma das medidas tomadas pelo Condutor do planeta. O mensageiro do Cristo, Helil, um dos expoentes espirituais das questões sociais da Terra, foi incumbido por Jesus de preparar esse transporte de esperança. No século XV, foram tomadas as primeiras medidas.

A descoberta, a organização política, a miscigenação étnica e, posteriormente, no virar do século XIX, as sementes da nova doutrina em terras brasileiras.

Helil é um dos arquitetos de todo o planejamento dessa transmigração de Capela. Foi o espírito que sempre representou Jesus perante o espírito aflito e angustiado dos exilados. Espírito de larga envergadura moral, já reencarnou algumas vezes na Terra. Muito afeiçoado ao povo ariano desde o exílio. Cada raça teve um representante de larga envergadura espiritual que lhes tutela os caminhos. João Evangelista, o discípulo amado do Cristo, é o guia da Casa de Israel.

Portanto, os últimos quinhentos anos foram tempos decisivos na história espiritual do planeta, objetivando a inauguração das sendas da regeneração. O poderio dos dragões e o exclusivismo dos espíritos amantes do Cristo pertencentes ao grupo da Casa de Israel estavam com o tempo marcado.

O mesmo grupo, portanto, que desde a Palestina aguardava o Messias em carruagens de fogo, regressa agora mais intensamente comprometido espiritualmente nos ambientes da doutrina.

Cansados de si mesmos e oprimidos pelos danos às suas próprias consciências.

Os integrantes da Casa de Israel formam a vaidosa aristocracia espiritual, enquanto os arianos manifestam o arrogante orgulho de raça. A altivez de um lado e a violência de outro, nesses dois grupos, respondem pelos mais sanguinários episódios da história humana. Desde Roma até os focos atuais, que logo serão conhecidos na Alemanha, passando pelos desatinos das Cruzadas, ora na política interesseira, ora na religião de fachada, especialmente no ocidente, são todas etnias refratárias em aceitar o amor como caminho de redenção.

(Wanderley Oliveira/Maria Modesto Cravo, Os Dragões, o diamante no lodo não deixa de ser diamante, 1ª edição, Editora Dufaux, Belo Horizonte/MG – 2009, p. 88/100)


IMPÉRIO DO DRAGÃO

Umbral

Após a caída ou descida do Ser Espiritual do Reino Virginal ou universo astral, vários desses mesmos Seres Espirituais tornaram-se, através da revolta e insubmissão de que eram possuídos, marginais desgarrados de toda uma sistemática evolutiva.

A esses Seres Espirituais foram dadas as zonas internas de todos os planetas similares à Terra, isto é, suas zonas subcrostais.

Todos eles eram filhos da revolta, gênios do mal, insubmissos da própria deidade, sendo pois os “filhos do dragão”.

Assim aconteceu em todos os locus do universo astral. Essa foi uma das formas que a Misericórdia Divina encontrou para reajustar seus filhos desgarrados, atraindo-os para as zonas mais superficiais, ao mesmo tempo que equilibrava e aferia os ditos pontes vivas, que também tornar-se-iam, agora de forma declarada, marginais do universo.

Muitas e muitas vezes as hostes do dragão, habitantes das zonas condenadas do universo, até o dia em que se reequilibrarem vibratoriamente, tentarão invadir a superfície cósmica, através das correntes mentais desequilibradas dos ditos marginais do Universo. 

Mas sempre esbarrarão em verdadeira barreira cósmica, que como guardiã os impede de realizar esse intento.

Dessa forma, simplificadamente, é que surgiu no universo astral, em todos os locus, o império das sombras e das trevas, que nada mais são do que zonas de desequilíbrio e ignorância em que habitam os agentes da revolta e insubmissão, claro que temporárias, pois SÓ O BEM É ETERNO.

Dissemos que as zonas condenadas do Cosmo tinham verdadeiras barreiras vibratórias e também tinham, é claro, seus donos vibratórios, como Guardiães, enviados dos Orishas Superiores (vide Hierarquia Espiritual).

No sistema solar relativo ao planeta Terra, esse 7 Guardiães da Luz para as Sombras, através da misericórdia do Cristo Jesus, arrebanharam vários milhares, milhões de marginais, e os colocaram na roda das reencarnações, visando restabelecer-lhes o equilíbrio de há muito perdido.

Desçamos (…) ao encontro do centro da Terra, onde há o comando do Reino do Mal, dos insubmissos e revoltados. Embora o núcleo da Terra seja incandescente, do ponto de vista astral, nessa região, há locus de enregelar, tão distantes se encontram esses locais da ação do Sol.

(…) Quando dizemos Reino do Mal e dos insubmissos, não estamos querendo dizer de um estado permanente.  O Mal, como sabemos, é a ausência, no tempo-espaço, do Bem. O mal é apenas resultado da inconsciência das criaturas. 

Assim, as Falanges do Mal vivem e existem dando cumprimento à própria Lei Maior. Um dia, a força da mesma Lei os arrastará de novo à superfície para sofrer por sua vez e viver.

Esses são os Emissários do Dragão, símbolo das forças do mal, insubmissos aos poderes do Cordeiro Divino.

Há sempre, no fundo da Terra, um ser-dragão que domina o reino dos dragões. Isso não é somente no planeta Terra; em todos os mundos de vibração semelhante à da Terra, existem os Emissários ou Filhos do Dragão, ou seja, aqueles que não aceitam as Leis Divinas e só evoluem sob a força compulsória dessa mesma Lei.

São seres terríveis, perversas Entidades que governam essa zona com intensa crueldade. Incapazes de cumprir as Leis Divinas, organizam-se para o mal.

Escravizam e fazem sofrer quem por lá habita. Essa região é o verdadeiro império do dragão, com toda sua corte de malfeitores universais milenares.

Mesmo assim, os Emissários da Luz podem, não todos, é claro, descer a essas zonas ou império do dragão, apenas para fiscalizar ou para aprendizado.

Nessa zona, não interferimos com as humanas criaturas, tanto as que se comprazem de sua situação quanto as revoltadas e infelizes que são as escravas dessa zona.

O que há, vez por outra, é o “fogo purificador” que desce a essas zonas trevosas, visando libertar alguns “escravos” já conscientes de seus erros milenares e que já reconhecem que só o Bem é o caminho para a Libertação.

Fora essas esporádicas descidas, não há entrechoques entre os povos do Cordeiro Divino e os do Dragão. Há respeito, com vigília mútua.

(F. Rivas Neto/Yamunisiddha Arhapiagha, Umbanda, a Proto-síntese cósmica, 1ª edição 2002, 9ª reimpressão 2016, Pensamento Editora, São Paulo/SP – 2016, p. 343 e 351)


(…) Em todas as épocas da humanidade o Dragão simbolizou as forças do mal ou a legião de seres revoltados que lutam contra Jesus.

Há sempre no fundo da Terra um Dragão que domina o Império dos Dragões mas isto não é somente na Terra, em todos os mundos de vibração semelhante à Terra existem os filhos do dragão, ou seja, aqueles que não querem aceitar a lei de Deus e só evoluem sob a força compulsória da mesma lei.

Os terríveis dragões, perversas entidades que governam (…) ermos com intensa crueldade. Incapazes de cumprir as leis de Deus, organizam-se para o Mal. Escravizam e fazem sofrer.

Os dragões vivem porque as leis divinas pemitem que eles vivam e fazem sofrer porque as leis divinas permitem que façam sofrer. Um dia, a força mesma da lei, os arrastará de novo à superfície para sofrer por sua vez e viver.

São seres maus, perversos, terríveis. Endurecidos por muitos milênios de maldade.

(Rafael Américo Ranieri, O Abismo, 11ª edição, Editora da Fraternidade, Guaratinguetá/SP – 1997, p. 20/23)


FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. (Allan Kardec)
Chico 01
 EDITADO EM 22.05.2018

 

 

 

APOMETRIA

FLEUR DE LYS

APOMETRIA

Apometria é Amor


 HISTÓRICO E CONCEITO

José Lacerda de Azevedo
Dr. José Lacerda de Azevedo

Em 1965, veio a Porto Alegre, o Dr. Luiz Rodrigues, cidadão porto-riquenho, de profissão farmacêutico-bioquímico, residente no Rio de Janeiro, onde desenvolvia estudos sobre o psiquismo.

O Dr. Rodrigues contatou com o Sr. Conrado R. Ferrari, então Diretor Presidente do HEPA (Hospital Espírita de Porto Alegre) e apresentou-lhe uma nova técnica de desdobramento e atendimento no mundo espiritual a qual ele denominava Hipnometria.

Demonstrou a um grupo de espíritas eminentes que, mediante uma contagem acompanhada de impulsos magnéticos dirigidos pela mente e com fim nobre, era possível provocar desdobramento espiritual de médiuns ou de pessoas comuns, e conduzi-los a hospitais do mundo espiritual para atendimento de patologias diversas.

Dr. José Lacerda de Azevedo, nascido em 12.6.1919 (1919 – 1999), formado em medicina pela UFRGS em 1951, cirurgião, ginecologista e, mais tarde, clínico geral renomado, homem de sólida cultura, com conhecimentos aprofundados em Matemática, Física, Química, Botânica, História Geral, História da França, História do Cristianismo, História da I e II Guerras Mundiais, foi o responsável pelo desenvolvimento e fundamentação científica da Apometria. Dr. Lacerda tinha formação e vivência espírita desde a juventude.

Dr. Lacerda de Azevedo adotou o termo Apometria (do grego “apo” = além de, separar, e “metron” = medida), por entender que o termo Hipnometria era impróprio por dar a ideia de hipnose, que não tem qualquer relação com as técnicas de Apometria.

A Apometria é um conjunto de procedimentos terapêuticos, fundamentados em leis, organizados por Dr. José Lacerda de Azevedo, em 1965, no Hospital Espírita em Porto Alegre, RS, ampliados e desenvolvidos por seus seguidores.

Trata-se de uma técnica anímica que faculta, por intermédio da sintonia mental, o acesso aos registros do agregado perispiritual e, através da incorporação, tratar as desarmonias psíquicas e espirituais (personalidades negativas dissociadas da consciência, desarmonias provocadas por espíritos, e distúrbios da mediunidade).

(J. S. Godinho, Iniciação Apométrica, Terapêutica Medianímica, 4ª ed., Holus Editora, Lages/SC – 2012, p. 39/40 e 46)


Imediatamente, o Dr. José Lacerda testou a metodologia com dona Yolanda, sua esposa e médium de grande sensibilidade.

Utilizando uma criteriosa metodologia, aliada à sua sólida formação doutrinária e à observação constante dos fenômenos, aprimorou solidamente a técnica inicial (Hipnometria), designando-a por “Apometria”.

Identificou-se, na época, um grande complexo hospitalar na dimensão espiritual, denominado Hospital Amor e Caridade, de onde partiam o auxílio e a cobertura aos trabalhos assistenciais dirigidos por ele, para sanar os “distúrbios espirituais”.

A Apometria, usada com amor e por amor, serve gratuitamente a quantos dela necessitam, não importando se os trabalhadores ou atendidos são espíritas, umbandistas, teosofistas, esotéricos, maçons, etc.

(Norberto Peixoto, Apometria – Os Orixás e as Linhas de Umbanda, Editora Besourobox, Porto Alegre/RS – 2015, p. 15/16)


 OBJETIVOS DA APOMETRIA

Resumimos, nesta obra restrita, grande cópia de experimentos de todo tipo com esses homens imateriais, tendo por objetivo, em primeiro lugar, anular a ação maléfica e predatória de algumas dessas criaturas desencarnadas sobre o comum dos mortais.

Nessa tentativa caridosa adquirimos condições de capturar almas dedicadas ao mal, tratá-las dos males e das deformidades de que eram portadoras, orientá-las e conduzi-las para locais preparados para recebê-las.

O tratamento espiritual dos males físicos dar-se-á através do corpo magnético – o corpo etérico – transformando inteiramente a medicina oficial futura.

No momento presente, temos a satisfação de apresentar aos leitores, estudiosos e praticantes do Espiritismo, uma nova forma de abordagem do problema de relacionamento dos espíritos com os homens carnais. O processo clássico inverteu-se. Agora nós é que vamos abordar o mundo astral de maneira volitiva, dinâmica e objetiva. 

Deixamos a passividade sonolenta das sessões espíritas convencionais e assumimos o comando das ações, abrindo todo um mundo novo de possibilidades insuspeitadas no relacionamento entre nossos dois planos.

Ao mesmo tempo, podemos capturar obsessores, malfeitores, “exus”, delinquentes de toda ordem, assim como subjugar os temíveis magos negros e neutralizar exércitos arregimentados para a prática de toda espécie de atrocidades.

E não é só a captura dessas entidades dedicadas ao mal que vale, pois podemos, também, destruir suas bem-organizadas bases operacionais do Umbral, verdadeiras fortalezas, donde partem para suas ações nefastas, grandes levas de malfeitores, através da emissão, da nossa parte, de poderosos fluxos de energia altamente destrutivos para essas organizações.

Igualmente, por meio dessas forças manipuladas pela mente, costumamos anular os “trabalhos” de imantação magnética inferior da magia negra, fixadas em objetos, amuletos, vestes da criatura magiada, bem assim como os alimentos que, sub-repticiamente, dão para a pessoa visada ingerir. 

Trata-se, realmente, de uma guerra. A guerra contra as Trevas que querem apossar-se integralmente do Planeta; guerra contra o mal organizado do mundo espiritual inferior, sobretudo agora, que esses seres espiritualmente inferiores estão sendo “libertados por um pouco de tempo”, conforme o Apocalipse.

Faz-se urgente, portanto, empreender ações muito mais efetivas e objetivas de parte dos trabalhadores encarnados com os espíritos, de maneira a minimizar os efeitos do mal sobre a sociedade atual.

(José Lacerda de Azevedo, Energia e Espírito, Teoria e Prática da Apometria, 5ª ed., Mais Que Nada, Porto Alegre/RS – 2009, p. 13, 28, e 39 a 41)


REGRA DE OURO DA APOMETRIA: AMOR

Amor

Como fundamento de todo esse trabalho – como, de resto, de todo trabalho espiritual – deve estar o Amor. Ele é o alicerce. Sempre.

As técnicas que apontamos são eficientes, não temos dúvidas.

O controle dessas energias sutis é fascinante, reconhecemos, pois desse fascínio também sofremos nós.

Mas se tudo não estiver impregnado de caridade, de nada valerá. Mais: ao lado da caridade, e como consequência natural dela, deverá se fazer presente a humildade, a disposição de servir no anonimato. Se faltar amor e disposição de servir pelo prazer de servir, corremos perigo de incorrer na má aplicação das técnicas e do próprio caudal de energia cósmica, tornando-nos satânicos por discordância com a Harmonia Universal.

Advertimos: através da obediência dos preceitos evangélicos, somente através dela, experimentadores e operadores podem desfrutar de condições seguras para devassar esses arcanos secretos da Natureza, com adequada utilização dessas “forças desconhecidas”.

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 153)


A Apometria, usada com amor e por amor, serve gratuitamente a quantos dela necessitam, não importando se os trabalhadores ou atendidos são espíritas, umbandistas, teosofistas, esotéricos, maçons, etc.

(Norberto Peixoto, Apometria – Os Orixás e as Linhas de Umbanda, Editora Besourobox, Porto Alegre/RS – 2015, p. 16)


Segundo o espírito ÂNGELO INÁCIO, por meio do médium Robson Pinheiro:

Mesmo que o conhecimento da apometria capacite tecnicamente os centros e suas equipes mediúnicas a soluiconar certos problemas ligados às obsessões complexas, sem conscientização e espírito de pesquisa a técnica falhará, cedo ou tarde.

É preciso colocar coração, vida e motivação superior no trabalho; em outras palavras, amor.

Sem isso, as campanhas do quilo e os passes espíritas ou os rituais e as benzeções da umbanda serão meras muletas psicológicas; práticas repetidas como se fossem fórmulas santificadoras, mas destituídas de eficácia.

(Robson Pinheiro/Ângelo Inácio, Aruanda, Editora Casa dos Espíritos, Contagem/MG – 2011, p. 167)


LEIS DA APOMETRIA

PRIMEIRA LEI: Lei do Desdobramento Espiritual (Lei básica da Apometria).

Enunciado: Toda vez que, em situação experimental ou normal, dermos uma ordem de comando a qualquer criatura humana, visando à separação de seu corpo espiritual – corpo astral – de seu corpo físico e, ao mesmo tempo, projetarmos sobre ela pulsos energéticos através de uma contagem lenta, dar-se-á o desdobramento completo dessa criatura, conservando ela sua consciência.

Técnica: Nesta lei geral se baseia a Apometria. No campo dos fenômenos anímicos, a técnica de sua aplicação representa uma verdadeira descoberta. Ela possibilita explorar e investigar o plano astral, com bastante facilidade. Não dá condições, é evidente, de nos aprofundarmos até abismos trevosos do interior do planeta, nem nos permite a ascensão a píncaros espirituais, mas com ela podemos assistir os desencarnados na erraticidade, com vantagens inestimáveis tanto para eles como para os encarnados que lhes sofrem as obsessões.

A técnica é simples. Com o comando, emitem-se impulsos energéticos através da contagem em voz alta – tantos (e tantos números) quantos forem necessários. De um modo geral, bastam sete – ou seja, contagem de um a sete.


SEGUNDA LEI: Lei do Acoplamento Físico.

Enunciado: Toda vez que se der um comando para que se reintegre no corpo físico o espírito de uma pessoa desdobrada (o comando, se acompanhando de contagem progressiva), dar-se-á imediato e completo acoplamento no corpo físico.

Técnica: Se o espírito da pessoa desdobrada estiver longe do corpo, comanda-se primeiramente a sua volta para perto do corpo físico. Em seguida, projetam-se impulsos (ou pulsos) energéticos através de contagem, ao mesmo tempo em que se comanda a reintegração no corpo físico.

Caso não seja completada a reintegração, a pessoa sente tonturas, mal-estar ou sensação de vazio, que pode durar algumas horas. Via de regra há reintegração espontânea e em poucos minutos (mesmo sem comando); não existe o perigo de alguém permanecer desdobrado, pois o corpo físico exerce atração automática sobre o corpo astral. Apesar disso, não se deve deixar uma pessoa desdobrada, ou, mesmo, mal acoplada, para evitar ocorrência de indisposições de qualquer natureza, ainda que passageiras. Assim, ao menor sintoma de que o acoplamento não tenha sido perfeito, ou mesmo que se suspeite disso, convém repetir o comando de acoplamento e fazer nova contagem.

Pelo que observamos em milhares de casos, bastam sete a dez impulsos de energia (contagem de um a sete, ou dez) para que se opere tanto o desdobramento como a reintegração no corpo físico.


TERCEIRA LEI: Lei da Ação à Distância pelo Espírito Desdobrado (Lei das Viagens Astrais).

Enunciado: Toda vez que se ordenar ao espírito desdobrado do médium uma visita a lugar distante, fazendo com que esse comando se acompanhe de pulsos energéticos através de contagem pausada, o espírito desdobrado obedecerá à ordem, conservando sua consciência e tendo percepção clara e completa do ambiente (espiritual ou não) para onde foi enviado.

Técnica: Ordena-se ao médium desdobrado a visita a determinado lugar, ao mesmo tempo em que se emite energia com contagem lenta. Ele se desloca, seguindo os pulsos da contagem, até atingir o local estabelecido. Como permanece com a visão psíquica, transmite, de lá, descrições fiéis de ambientes físicos e espirituais, nestes últimos se incluindo a eventual ação de espíritos sobre encarnados.

Esse tipo de desdobramento exige certos cuidados com o corpo físico do médium, que deve ficar em repouso – evitando-se até mesmo que seja tocado.


QUARTA LEI: Lei da Formação dos Campos de Força.

Enunciado: Toda vez que mentalizamos a formação de uma barreira magnética, por meio de impulsos energéticos através da contagem, formar-se-ão campos de força de natureza magnética, circunscrevendo a região espacial visada na forma que o operador imaginou.

Técnica: Mentalizamos fortemente uma barragem magnética e projetamos energias para sua concretização, através de contagem até sete. Há de se formar um campo de força simples, duplo ou triplo, e com frequências diferentes – conforme desejarmos. A densidade desses campos é proporcional à força mental que os gerou. Costumamos empregar essa técnica para proteger ambientes de trabalho e, principalmente, para a contenção de espíritos rebeldes.


QUINTA LEI: Lei da Revitalização dos Médiuns.

Enunciado: Toda vez que tocarmos o corpo do médium (cabeça, mãos), mentalizando a transferência de nossa força vital, acompanhando-a de contagem de pulsos, essa energia será transferida. O médium começará a recebê-la, sentindo-se revitalizado.

Técnica: Pensamos fortemente na transferência de energia vital de nosso corpo físico para o organismo físico do médium ou colocamos nossas mãos sobre sua cabeça, fazendo uma contagem lenta. A cada número pronunciado, massa de energia vital – oriunda de nosso próprio metabolismo – é transferida de nosso corpo para o médium.


SEXTA LEI: Lei da Condução do Espírito Desdobrado, de Paciente Encarnado, para os Planos Mais Altos, em Hospitais do Astral.

Enunciado: Espíritos desdobrados de pacientes encarnados somente poderão subir a planos superiores do astral se estiverem livres de peias magnéticas*.

* Peia é prisão de corda ou ferro que segura os pés das bestas.

Técnica: É comum desdobrar-se um paciente, a fim de conduzi-lo ao plano astral superior (para tratamento em hospitais) e encontrá-lo, já fora do corpo, completamente envolvido em sudários aderidos ao seu corpo astral, laços, amarras e toda a sorte de peias de natureza magnética, colocadas por obsessores interessados em prejudicá-lo. Nesses casos, é necessária uma limpeza perfeita do corpo astral do paciente, o que pode ser feito, e de modo muito rápido, pelos espíritos dos médiuns desdobrados. Se estes não puderem desfazer os nós ou não conseguirem retirar esses incômodos obstáculos, o trabalho será feito pelos socorristas que nos assistem.


SÉTIMA LEI: Lei da Ação dos Espíritos Desencarnados Socorristas sobre os Pacientes Desdobrados.

Enunciado: Espíritos socorristas agem com muito mais facilidade sobre os enfermos se estes estiverem desdobrados, pois que uns e outros, dessa forma, se encontram na mesma dimensão espacial.

Técnica: Estando os pacientes no mesmo universo dimensional dos espíritos protetores (médicos, técnicos e outros trabalhadores), estes agem com muito mais profundidade e rapidez. Os diagnósticos tendem a ser mais precisos, e as operações cirúrgicas astrais também são facilitadas, pois quase sempre o espírito do paciente é conduzido a hospitais do astral que dispõem de abundante equipamento, recursos altamente especializados, com emprego de técnicas médicas muito aperfeiçoadas.

A Apometria, desdobrando os pacientes para serem tratados, concorre decisivamente para o êxito de seu tratamento espiritual – e poderá constituir-se em importante esteio no tratamento dos espíritos.


OITAVA LEI: Lei do Ajustamento de Sintonia Vibratória dos Espíritos Desencarnados com o Médium ou com Outros Espíritos Desencarnados, ou de Ajustamento de Sintonia Destes com o Ambiente para Onde, Momentaneamente, Forem Enviados.

Enunciado: Pode-se fazer ligação vibratória de espíritos desencarnados com médiuns ou com espíritos desencarnados, bem como sintonizar esses espíritos com o meio onde forem colocados, para que percebam e sintam nitidamente a situação vibratória desses ambientes.

Técnica: Quando se quiser entrar em contato com desencarnado de nível vibratório compatível com nosso estado evolutivo, presente no ambiente, projeta-se energia em forma de pulsos rítmicos, ao mesmo tempo em que se comanda a ligação psíquica.

Por essa técnica, estabelece-se a sintonia vibratória entre sensitivo e desencarnado, facilitando grandemente a comunicação.

Se o espírito visitante tiver padrão vibratório muito baixo ou se estiver sofrendo muito, o médium baixa sua tônica vibratória ao nível da entidade e fica nessa situação até que ela se retire. Tão logo aconteça a desincorporação, devemos elevar o padrão vibratório do médium. Se isso não for feito, o sensitivo ficará ainda por algum tempo sofrendo as limitações que o espírito tinha, manifestando sensações de angústia, opressão, mal-estar, etc., em tudo semelhante às da entidade manifestada.

 

Em trabalhos de desobsessão, as circunstâncias muitas vezes fazem com que seja necessário levar espíritos rebeldes a confrontar-se com situações constrangedoras do Passado ou Futuro, de modo a esclarecê-los. Esses nossos irmãos revoltados costumam não aceitar esse constrangimento, talvez porque não queiram se reconhecer como personagens dos dramas escabrosos que lhes são mostrados – avessos que são às admoestações, ainda que amoráveis. Nesses casos, procuramos fazer com que sintam o ambiente, isto é, entrem em ressonância com as vibrações opressivas que desencadearam no Passado, para que possam bem compreender a desarmonia que geraram e suas conseqüências. Tão logo projetamos energias em forma de pulsos, por contagem, a sintonia estabelece-se. E haverá de permanecer até que o campo vibratório se desfaça, por ordem do operador, com a volta da entidade ao Presente. Quando isso ocorrer, nosso irmão revoltado pacificar-se-á, completamente esclarecido. Não poderia ser de outra forma: a transformação espiritual é automática quando ele vê as cenas e as sente, revivendo-as. A visão do encadeamento kármico implica iluminação instantânea.


NONA LEI: Lei do Deslocamento de um Espírito no Espaço e no Tempo.

Enunciado: Se ordenarmos a um espírito incorporado a volta a determinada época do Passado, acompanhando-o de emissão de pulsos energéticos através de contagem, o espírito retorna no Tempo à época do Passado que lhe foi determinada.

Técnica: Costumamos fazer o espírito regressar ao Passado, para mostrar-lhe suas vivências, suas vítimas, sua conduta cruel e outros eventos anteriores à existência atual, no objetivo de esclarecê-lo sobre as leis da Vida. Há ocasiões em que temos que lhe mostrar as injunções divinas que o obrigam a viver em companhia de desafetos, para que aconteça a harmonização com eles, além de outras consequências benéficas a sua evolução.

O conhecimento, aqui ou no plano espiritual, é Luz. Tão logo se esclarece, sentindo, sobre o funcionamento da Lei do Karma, qualquer sofredor desencarnado dá um passo decisivo em sua evolução, pois se elucidam suas dolorosas vivências passadas com todo o cortejo dos não menos dolorosos efeitos.

Também usamos técnica, e com grande proveito, para conduzir magos negros ao Passado, a fim de anular os campos energéticos que receberam em cerimônias de iniciações em templos.


DÉCIMA LEI: Lei da Dissociação do Espaço-Tempo.

Enunciado: Se, por aceleração do fator Tempo, colocarmos no Futuro um espírito incorporado, sob comando de pulsos energéticos, ele sofre um salto quântico, caindo em região astral compatível com seu campo vibratório e peso específico kármico (km) negativo – ficando, imediatamente, sob a ação de toda a energia km de que é portador.

Técnica: Chamamos de km o peso específico do karma do indivíduo, isto é, a energia kármica negativa de que está carregado. Constitui a massa kármica a resgatar, de uma determinada pessoa; por ser assim individual, consideramo-la específica. O fator m indica a massa maléfica desarmônica.

Essa lei é importante porque nela se baseia uma técnica para tratamento de obsessores simples, mas renitentes.

Observamos que um espírito, ao ser dissociado do espaço em que se encontra, através da aceleração do fator Tempo, dá um verdadeiro salto quântico (à semelhança dos elétrons nos átomos). O afastamento do espaço normal não acontece de maneira progressiva, mas, sim, por saltos, até que consegue instalar-se num espaço do futuro hostil (Espaço frequentemente ocupado por seres horrendos, compatíveis com a frequência vibratória do recém-chegado viajante).

Nesses casos de dissociação do Espaço-Tempo, ocorre fenômeno sobremaneira interessante. Ao acelerar-se o Tempo, a carga kármica a resgatar – que normalmente seria distribuída ao longo do Tempo, 300 anos, por exemplo – fica acumulada, toda ela e de uma só vez, sobre o espírito. Essa é a causa da sensação de terrível opressão de que começa a se queixar. Desse incômodo, mas momentâneo mal-estar podemos nos servir, apresentando-o como prova das consequências dos seus atos e de sua repercussão negativa na harmonia cósmica.

A técnica é muito simples: projetamos energias magnéticas, por pulsos rítmicos e através de contagem, sobre o espírito incorporado, ao mesmo tempo em que se lhe dá ordem de saltar para o Futuro (Essa técnica só deve ser usada em espíritos desencarnados, visando a esclarecê-los).

O salto quântico acontece imediatamente, e o espírito passa a se ver no novo ambiente, sentindo-lhe a profunda hostilidade. Dá-se o abrupto encontro com toda a massa kármica negativa, com grande incômodo para o culpado.

Devemos ter muito cuidado com o espírito durante esse encontro. Se o desligarmos do médium de repente, sem preparação, será literalmente esmagado pelo campo energético acumulado. Seu corpo sofrerá destruição, transformando-se em “ovóide”. Para desligar o espírito do médium, devemos fazê-lo, antes, retornar lentamente para a época presente.

Esse processo é fácil de ser entendido. Ao ser projetado para o futuro, o espírito passa a viver em uma nova equação de Tempo, de vez que o futuro ainda não foi vivido por ele, mas seu karma negativo (km) continua a sobrecarregá-lo. Como esse km ainda não foi resgatado, também não foi distribuído ao longo do Tempo, fica condensado e acumulado sobre seu corpo astral, comprimindo-o. Se, de repente, o desligarmos do médium, toda a massa negativa (ainda não espalhada em outras encarnações) precipita-se sobre ele de uma vez só. E ei-lo reduzido a “ovóide”.

Explicamos melhor. É como se esse espírito possuísse um caminhão de tijolos a ser descarregado ao longo de sucessivos amanhãs, mas que tivesse atirada toda essa carga de uma vez, sobre sua cabeça – por acidente. O esmagamento seria inevitável.


DÉCIMA PRIMEIRA LEI: Lei da Ação Telúrica sobre os Espíritos Desencarnados que Evitam a Reencarnação. 

Enunciado: Toda vez que um espírito desencarnado possuidor de mente e inteligência bastante fortes consegue resistir à Lei da Reencarnação, sustando a aplicação dela nele próprio, por largos períodos de tempo (para atender a interesses mesquinhos de poder e domínio de seres desencarnados e encarnados), começa a sofrer a atração da massa magnética planetária, sintonizando-se, em processo lento, mas progressivo, com o Planeta. Sofre apoucamento do padrão vibratório, porque o Planeta exerce sobre ele uma ação destrutiva, deformante, que deteriora a forma do espírito e de tudo o que o cerca, em degradação lenta e inexorável.

Técnica: A adaptação ao meio é da dinâmica da Vida. Dela, de seus vários níveis de complexidade e degraus evolutivos, se ocupam as ciências biológicas. Mas a fonte da Vida é o Espírito. E o meio do Espírito é a Eternidade. Cada vez que reencarna – mergulhando num determinado Tempo do Planeta, de um certo país, de uma comunidade, família e humanos com quem irá conviver – a cada nova germinação na Matéria, o Espírito tem um reencontro com cósmicas e eternas opções. Ou evolui, aumentando a Luz de si mesmo, que conquistou através de anteriores experiências na noite dos tempos, ou involui, fabricando suas próprias sombras e as dores e horrores que terá de suportar para reajustar-se à Harmonia Cósmica, que perturbou. De tempos em tempos, de ciclo em ciclo, passos grandes ou pequenos vão sendo dados. E o Espírito sempre avança, embora eventuais retrocessos.

Quando um ser humano se atira a variados crimes, perversões e vícios, de modo a retroceder alguns degraus na evolução, sabe-se que ele sentirá, ao desencarnar, todo o fardo das consequências. Seu espírito tomará forma adequada ao meio que ele próprio se construiu: terá um corpo astral degradado, disforme, monstruoso.

Mas tais fenômenos de deterioração da forma, sendo relativamente rápidos, também são passageiros. Vistos da Eternidade, têm a duração de uma moléstia curável. O espírito, mais tempo ou menos tempo, reintegra-se ao fluxo reencarnatório e, assim, vivendo e morrendo, vivendo e morrendo, reconquista o Caminho perdido.

Muito mais séria – porque irreversível – é a pavorosa deformação que sofrem os espíritos que transgridem sistematicamente a Lei da Reencarnação. Não é fenômeno comum, pois somente entidades sumamente negativas, e dotadas de mente poderosa – como, por exemplo, os magos negros – têm condições e temeridades bastantes para desprezar e recusar a Vida.

Ninguém burla as Leis Divinas impunemente. Quem se contrapõe ao ciclo das reencarnações, repelindo oportunidades evolutivas; quem abomina, como repugnantes, as experiências na carne; quem prefere as ilusões do Poder, através do domínio tirânico de seres encarnados ou desencarnados (ou de vastas regiões do astral inferior), aferra-se, inconsciente e automaticamente, à massa do Planeta. E afunda-se nele, em trágico retrocesso.

Esse fenômeno só acontece com espíritos detentores de inteligência e poder mental suficientes para sustar as próprias reencarnações durante séculos. Espíritos inteligentes, de grande poder mental, mas inferiores, pois ainda sujeitos à roda das encarnações e dependentes delas para subir na escala evolutiva. Nos espíritos superiores que, por mérito evolutivo, não mais precisam encarnar, esse tipo de degradação jamais acontece.  Eles estão redentos: escapam ao magnetismo do Planeta, em razão do grau de desmaterialização que já atingiram.


DÉCIMA SEGUNDA LEI: Lei do Choque do Tempo.

Enunciado: Toda vez que levarmos ao Passado espírito desencarnado e incorporado em médium, fica ele sujeito a outra equação do Tempo. Nessa situação, cessa o desenrolar da sequência do Tempo tal como o conhecemos, ficando o fenômeno temporal atual (presente) sobreposto ao Passado.

O deslocamento cria tensão de energia potencial entre a situação e os deslocamentos para o Passado. Enquanto o espírito permanecer incorporado ao médium, nada lhe acontece; apenas passa a viver e vislumbrar a nova situação ambiental que lhe foi imposta. No entanto, se for bruscamente desligado do médium, sai do campo de proteção do mediador e fica como que solto na outra dimensão espaço-temporal. Recebe em cheio, então, a energia potencial criada pelo deslocamento. Essa energia é suficientemente forte para destruir sua estrutura astral, através do choque que se produz. E ele se reduz a ovóide, vestido apenas de suas estruturas espirituais superiores: corpo átmico, búdico e mental superior.

Para que um espírito não sofra tal agressão quando submetido a tratamentos no Passado, é necessário trazê-lo lentamente de volta ao Presente, através de contagem regressiva.

Técnica: É a mesma descrita em leis anteriores: emprego de pulsos energéticos através de contagem.


DÉCIMA TERCEIRA LEI: Lei da Influência dos Espíritos Desencarnados, em Sofrimento, Vivendo ainda no Passado, sobre o Presente dos Doentes Obsidiados.

Enunciado: Enquanto houver espíritos em sofrimento no Passado de um obsidiado, tratamentos de desobsessão não alcançarão pleno êxito, continuando o enfermo encarnado com períodos de melhora, seguidos por outros de profunda depressão ou de agitação psicomotora.

Técnica: Em primeiro lugar, procede-se ao atendimento dos obsessores que se encontram em volta do paciente, retirando-os para estâncias do astral especializadas no tratamento de tais casos.

Nunca se deve esquecer que obsessor, ou qualquer sofredor, só se atende uma única vez. Se bem feito o tratamento, com assistência espiritual devida, todos os espíritos malfazejos são retirados definitivamente – num único contato. Deixar obsessores soltos, após breve esclarecimento evangélico (como se faz em sessões kardecistas), é um erro. Não é com um simples diálogo de alguns minutos que se demovem perseguidores renitentes (ou magos negros). Reafirmamos: esse procedimento clássico torna o trabalho inócuo. E até prejudicial.

A remoção de todos esses seres pode ser feita em algumas sessões.

Se o doente, depois, não apresentar melhoras definitivas, devemos dar início ao estudo de suas encarnações anteriores. Para tanto, abrimos a frequência dessas encarnações, para atendimento aos espíritos que estacionaram no Tempo. Todos eles, quase sempre, são profundos sofredores. Alguns ainda se encontram acorrentados em masmorras, outros vivem em cavernas ou se escondem em bosques, temerosos, famintos, esfarrapados. Eles maldizem quem os prejudicou, formando campos magnéticos de ódio, desespero e dor, profundamente prejudiciais.

Quando o enfermo encarnado recebe o alívio que se segue ao afastamento dos espíritos mais próximos – os que estão na atual encarnação – esse alívio não se consolida, porque as faixas vibratórias de baixa frequência, oriundas do Passado, refluem e se tornam presentes, por ressonância vibratória.  O enfermo encarnado, partícipe ou causante daqueles passados barbarismos, continua a receber as emanações dessas faixas de dor e ódio. Sente, também ele, íntima e indefinida angústia, sofrimento, desespero. E somente terá paz se o Passado for passado a limpo.

De encarnação a encarnação, vai-se limpando essas faixas do Passado. Espíritos enfermos, dementados e torturados, são recolhidos para o Tempo presente e internados em Casas de Caridade do astral, para tratamento eficiente. E ao final, quando o enfermo encarnado manifesta sinais de que sua cura se consolida, o persistente trabalho de desobsessão – aprofundando-se no Passado – terá conduzido à regeneração e à Luz centenas, quando não milhares de irmãos desencarnados*.

* Vale citar, novamente, que o paciente necessita colaborar com o tratamento, seguindo as orientações que lhe são dadas, com o objetivo de se instruir e evangelizar. A reforma íntima é sempre o melhor remédio.

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 170/194)


 TÉCNICAS APOMÉTRICAS

Para ilustração do leitor, arrolamos algumas dessas técnicas e procedimentos:

  • Apometria
  • Acoplamento do espírito desdobrado
  • Dialimetria
  • Pneumiatria
  • Despolarização dos estímulos da memória
  • Viagens astrais sob comando
  • Técnica de sintonia psíquica com os espíritos
  • Incorporação entre vivos
  • Dissociação do Espaço-Tempo
  • Técnica de impregnação magnética mental com imagens positivas
  • Regressão no Espaço e no Tempo
  • Técnica de mobilização de energias para os espíritos operadores
  • Técnica de revitalização dos médiuns
  • Teurgia
  • Tratamentos especiais para magos negros
  • Tratamento de espíritos em Templos do Passado
  • Utilização dos espíritos da natureza
  • Esterilização espiritual do ambiente de trabalho
  • Técnica de condução dos espíritos encarnados, desdobrados, para hospitais do astral
  • O médium como transdutor-modulador
  • Diagnósticos psíquicos – telemnese
  • Imposição das mãos – magnetização curativa
  • Passes magnéticos
  • Cura das lesões no corpo astral dos espíritos desencarnados
  • Técnica de mobilização de energia cósmica
  • Técnica de emissão de energia à distância
  • Cirurgias astrais
  • Técnica de destruição de bases astrais maléficas
  • Técnica de inversão dos “spins” dos elétrons do corpo astral de espíritos desencarnados
  • Materialização de objetos no plano astral
  • Queima de objetos no plano astral
  • Cromoterapia no plano astral
  • Estudo do mediunismo à luz da Física Quântica
  • Campos de força (tetraédricos/gravitacionais)
  • Arquecriptognosia

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 347/348)


 O PODER DA MENTE (FORÇA DO PENSAMENTO)

Poder da Mente

Basta que o espírito pense uma coisa, para que esta se produza, como basta que modele uma ária, para que esta repercuta na atmosfera. (…) Por análogo efeito, o pensamento do Espírito cria fluidicamente os objetos que ele esteja habituado a usar. (…) Para o Espírito, que é, também ele, fluídico, esses objetos fluídicos são tão reais, como o eram, no estado material, para o homem vivo; mas, pela razão de serem criações do pensamento, a existência deles é tão fugitiva quanto a deste.

(Allan Kardec, A Gênese, Cap. 14, item 14)


Livre no reservatório do Espaço, a infinita energia cósmica está permanentemente a nossa disposição.

Apesar disso, essa inesgotável energia constitui uma força em estado potencial, infinito campo de algo que escapa ao nosso entendimento: energia em repouso, altamente moldável, sensível às forças que tiveram atuação sobre ela. E a mente, a mente sob ação da vontade, é a ferramenta operatriz que move, molda e direciona – com ilimitado poder – a energia desse oceano infinito.

Se o operador, em consciente ação volitiva, comandar mentalmente a aglutinação dessa energia, chegará o momento em que há de acontecer um acúmulo ou intensificação dessa potencialidade (com geração de um estado de desequilíbrio em relação ao meio), e a energia estará pronta para ser projetada, moldada, ou manipulada da forma que bem se desejar, de modo a criar as coisas. Se, por exemplo, desejarmos criar alimento para saciar um espírito esfomeado, bastará projetar o pensamento sobre o infinito oceano de energia e retirar dele “algo” que, condensado pela vontade, se transformará nas iguarias que desejarmos servir

É assim, exatamente assim, que espíritos superiores constroem casas, mobiliários, veículos, etc., no mundo astral. 

Mas observemos que todas as nossas realizações têm origem na mente; tudo é sempre, antes, fruto de nossa imaginação, e se concretiza por ato de vontade.

No nosso mundo físico, tudo leva mais tempo para ser construído, pois é preciso vencer a matéria e a inércia de sua massa. No astral, tudo se faz rapidamente.   

A mente, portanto, é uma das forças de que se utiliza a técnica apométrica. Ou melhor, uma usina de força.

Com essa fonte de energia a sua disposição (porque seu próprio corpo), o operador apométrico pode formar poderosos campos de força magnéticos para contenção de espíritos rebeldes, dementados e levas de malfeitores astrais. Como outro exemplo, apontamos o fornecimento dessa energia física a médiuns desdobrados, impelindo-os em viagens astrais no cumprimento de missões.

Ao se condensar o plasma cósmico (talvez seja esta a melhor denominação para a energia cósmica indiferenciada, Espaço), um rebaixamento de frequência produz-se em sua massa, de modo que esse plasma, já agora transformado em energia radiante por ação da energia grosseira desfechada pelo corpo físico, através do ato de vontade, passa a funcionar como onda portadora; tornando-se fluxo contínuo, sob comando da mente orientada pela vontade.

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 144/146, e 153/155)


A Apometria, como já dissemos, consiste, fundamentalmente, na utilização da força do pensamento. Força essa, que é capaz de deslocar quantidades significativas de energia sob o comando e o controle do mentalista, realizando, assim, um trabalho capaz de produzir o que deseja e o que imagina por determinação firme de uma vontade disciplinada.

O pensamento tem no fluido universal o meio condutor de que se serve através do qual alcança e realiza tudo o que foi almejado pela mente que lhe deu origem. Não está sujeito às limitações do espaço e do tempo, tal como conhecemos, mas aos limites da capacidade e da imaginação da mente que o produz e o irradia. O que for pacientemente idealizado, mais dia ou menos dia, será plasmado e o alvo que foi focalizado pelo pensamento projetado será alcançado.

Temos, então, que a força do pensamento é diretamente proporcional à quantidade de energia que o mentalista é capaz de dinamizar. A imaginação, o sentimento, a vontade e a concentração são importantes atributos da energia do pensamento e indissociáveis dela.

Já dissemos que o pensamento é uma força que tem um ponto de aplicação, direção e sentido. Agora reforçamos que o comando é uma ordem de uma vontade capaz de deslocar e de pôr em movimento quantidades significativas de energia para um determinado fim.

Uma mente serena e disciplinada pode se concentrar nos detalhes de sua criação, lançando de si a imagem que idealizou para que se projete com toda a clareza e nitidez com que foi concebida. Uma mente preocupada com conflitos internos ou externos não conseguirá se concentrar adequadamente nos detalhes da criação pretendida. Um grupo de atendimento, formado por pessoas nessas condições, ao se unir para uma produção conjunta obterá uma criação incompleta e fragmentada, muito aquém do que a espiritualidade espera.

Na formação dos campos de força para qualquer aplicação, a presença de energias densas, assim como a ação das forças telúricas sempre presentes, são obstáculos reais para a constituição deles. A força aplicada pelo dirigente terá que vencer todos esses obstáculos oferecidos pelas forças que se opõem à constituição das proteções necessárias.

A força impulsiva, de que nos fala Kardec, é a força de vontade de quem opera posta em ação na dinamização das próprias energias anímicas.

Quando uma ordem de comando para uma dada formação ideoplástica se apoiar na força mental de mais de um servidor, poderemos ter a surpresa de ver que a projeção resultante não corresponde à imagem idealizada por aquele que deu a ordem. A falta de concentração e de conhecimento prévio do que se deseja projetar como já foi discutido, constitui-se num obstáculo real nos processos de ação e criação mental conjunta.

(João Pedro Farias Rodrigues, Introdução aos Fundamentos da Apometria, Gráfica Pallotti Artlaser, Porto Alegre/RS – 2017, p. 196/197, 199 e 327)


Pensamentos repetitivos de preocupações, ressentimentos e mortificações resultam em regiões estagnadas do corpo mental, formando áreas de verdadeiras feridas mentais e dificultando a circulação de energia. Pessoas dotadas de tais pensamentos ficam prisioneiras das próprias ruminações mentais, resultando em muitas doenças psicossomáticas, além de serem campos férteis para atrações de entidades astrais, culminando em processos obsessivos.

O pensamento tem força, podendo chegar a grandes distâncias ou criar uma atmosfera psíquica capaz de influir no corpo mental de pessoas suscetíveis e ambientes. Quanto mais nítido, forte e constante o pensamento, maior seu poder de transmissão, e quanto mais elevado, maiores a frequência e a distância atingida. Por isso, a grande responsabilidade pelo que pensamos, pois poderá acrescentar energias salutares ao nosso corpo mental e, pelo seu poder, influenciar beneficamente tanto o ambiente como as pessoas, ou, então, disseminar o ódio, rancor e destruição.

(Norberto Peixoto, Apometria – Os Orixás e as Linhas de Umbanda, Editora Besourobox, Porto Alegre/RS – 2015, p. 25)


A força da mente é poderosa e pode fazer o bem ou o mal, consoante à intenção com que é provocada. Alguém já disse que todo pensamento bom é uma oração e todo o pensamento mau é um feitiço. Por outro lado quem vibra em amor, constrói ao redor de si um campo energético protetor contra a ação de mentes negativas (mau olhado, feitiço, magia negra, etc.).

(Sergio Alberto Cunha Vencio, Manual Prático de Apometria, Educandário Social Lar de Frei Luiz, Rio de Janeiro/RJ, p. 33/34)


ENERGIAS DE ENCARNADOS SOBRE DESENCARNADOS

As formas de energia variam constantemente e podem ser aplicadas sobre todos os objetos materiais existentes no planeta, da mesma forma que sobre os objetos imateriais de existência ontológica comprovada – os Espíritos – variando apenas as dimensões matemáticas compatíveis.

Dessa forma, podemos aplicar energia sobre os Espíritos com resultados surpreendentes, necessitando unicamente que essa energia esteja nos parâmetros desses espíritos.

No entanto, a energia do pensamento e da vontade irá atingir em cheio uma entidade espiritual, como vemos diariamente.

Os médiuns e todos os componentes das sessões espíritas são espectadores passivos. Mesmo quando se dirigem aos espíritos, conservam nitidamente essa passividade.

Esse tipo de abordagem mediúnica vige em todas as sessões kardecistas, umbandistas e mesmo nas africanas.

No entanto, prezados leitores, as mensagens assim veiculadas perdem muito de sua força energética, grande parte de seu conteúdo e quase toda sua essência, ao transpor a barreira da matéria.

Trata-se de um simples fenômeno físico, fácil de ser entendido, pois a energia livre do plano astral, ao enfrentar a barreira dimensional da matéria física, necessita de grande acúmulo energético para a transposição desse limiar, de vez que a densidade magnética desta última é imensa, fruto do somatório da energia gravitacional de seus componentes subatômicos – prótons, nêutrons, elétrons – que, em seu conjunto, constituem os átomos materiais.

Consequentemente, a atuação do habitante do mundo astral sobre o mundo físico onde vivemos exige concentração energética avantajada (para os padrões deles), cuja maior parte é absorvida pela densidade magnética da matéria, como dissemos.

Partindo do Mundo Astral, a ação dos espíritos sobre os homens encarnados se enfraquece em função da densidade da matéria.

Inversamente, a ação dos homens sobre o mundo dos espíritos se processa com extrema energia. Seu dinamismo energético permite a destruição de bases umbralinas, organizações “físicas” do astral e a captura de espíritos rebeldes.

Não é mais de cima para baixo o contato espírita, mas daqui por diante, o fato espírita dar-se-á de baixo para cima. A iniciativa partirá do mundo físico para o plano astral.

Qual será a vantagem dessa inversão de ação? – poderão perguntar os senhores.

Dentre outras vantagens, a principal reside no processo energético posto em jogo, pois enquanto o processo clássico exige dos espíritos grande cópia de energia, a fim de franquearem a barreira magnética da matéria, este último oferece imenso caudal energético oriundo, em sua maior parte, do corpo físico do operador encarnado e, em alguma porção, dos circunstantes. Essas energias, habilmente manipuladas pelo operador, produzem resultados espantosos no mundo astral.

A atuação desse volumoso fluxo de forças permite que se façam verdadeiros milagres entre os espíritos, quando convenientemente aplicadas.

(José Lacerda de Azevedo, Energia e Espírito, Teoria e Prática da Apometria, 5ª ed., Mais Que Nada, Porto Alegre/RS – 2009, p. 18, 36/37, e 39/40)


Segundo o espírito RAMATIS, por meio do médium Norberto Peixoto:

Os espíritos benfeitores não conseguem interceder diretamente na matéria densa pela sutileza de suas vibrações. Precisamos de veículos intermediários que liberem as energias condensadas necessárias para interferirmos nesses meios densos. Através de vossas mentes, que atuam do plano físico para os mais sutis, conseguimos interferir do mais rarefeito para o mais sólido, pois estamos lidando com meios de diferente coesão molecular astral e etérica, embora o princípio mantenedor seja único em sua fonte, a energia que provém do infinito reservatório cósmico.

Assim são os médiuns desdobrados, que pelas suas forças mentais propiciam as correntes etéreo-astrais necessárias para movimentarmos as energias no mundo da forma próximo da dimensão vibratória do Plano Astral.

(Norberto Peixoto/Ramatis, Jardim dos Orixás, 2ª edição, Editora do Conhecimento, Limeira/SP – 2006, p. 195/196)


FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. (Allan Kardec)
Chico 01
 EDITADO EM 15.04.2018