CHAKRAS

FLEUR DE LYS

CHAKRAS

Chakras


CONCEITO E CARACTERÍSTICAS 

chacras01

Um chakra é um vórtice giratório de energia criado dentro de nós pela interpenetração da consciência e do corpo físico. Através dessa combinação, os chakras tornam-se centros de atividade para a recepção, assimilação e transmissão de energias vitais.

A palavra chakra vem do sânscrito “roda” ou “disco” e originou-se na filosofia do antigo sistema de yoga da Índia, mais especificamente dos textos Tântricos. Nesse sistema, há sete chakras principais distribuídos verticalmente ao longo da coluna vertebral, começando na base da coluna e terminando no topo da cabeça.

No corpo físico, esses sete chakras correspondem aos principais gânglios nervosos, glândulas do sistema endócrino e a vários processos corporais, como a respiração, digestão ou procriação. Ao mesmo tempo que os chakras realmente existem dentro do corpo físico, mostrando forte influência sobre coisas como a forma do corpo ou a saúde, eles não são feitos de nenhum componente físico em si.

Quando um chakra está fechado, a energia de força vital não consegue viajar através daquela parte do corpo e se poderia dizer que a programação naquele chakra está trancada num padrão restritivo.

 

Um chakra pode também estar “sobrecarregado” se estiver desequilibrado com os outros chakras no sistema. Nesse caso, aquele chakra particular usa tanta energia do corpo e a atenção da mente, que outras áreas tornam-se carentes.

(Anodea Judith, A Verdade Sobre Chakras, Mauad Editora, Rio de Janeiro/RJ 2004, p. 05, 10/11)


Os Chacras (como é escrito em português) do duplo etérico estão situados à sua superfície, distando de 5 a 6 milímetros da periferia do corpo físico e se apresentam como espécie de vórtices, turbilhões ou redemoinhos, verdadeiros discos giratórios etéricos em alta velocidade, com movimento contínuo e acelerado.

Chacras são pontos de conexão ou enlace pelos quais flui a energia de um corpo a outro.

Os chacras são entradas e saídas de energias onde estes fluxos se chocam formando vórtices energéticos.

As energias entram tanto pelo perispírito quanto pelo duplo etérico e passam para o organismo físico.

Os chacras do duplo etérico são responsáveis pela vitalização do corpo físico.

Os chacras do duplo etérico são órgãos semimateriais, responsáveis não só pela comunicação, mas, sobretudo, pela reciclagem das energias perispirituais para o corpo físico e vice-versa.

A coluna cervical (medula) é o grande canal condutor de energia.

O duplo etérico é o canal por onde o Espírito alojado no Perispírito, exerce seu controle sobre o Corpo Físico, tomando conhecimento de suas sensações.

Os chacras comunicam-se uns com os outros, através de condutos conhecidos como meridianos (ou nadhis), por onde flui a energia vital por eles modificada (Nadhis – canais, espécie de veias que conduzem energia ao invés de sangue).

O tamanho dos chacras depende do desenvolvimento espiritual e das vibrações que emitimos.

A quantidade de giro é proporcional, quanto mais elevada maior é a absorção de energias.

Nas pessoas espiritualmente desenvolvidas, eles são amplos, brilhantes e translúcidos, podendo atingir até 25cm de raio.

Nas pessoas mais materializadas, de vibrações mais baixas ou primitivas, apresentam-se opacos e com diâmetro reduzido.

No primeiro caso, canalizam maior quantidade de energia vital, facilitando o desenvolvimento das faculdades psíquicas do homem.

No segundo caso, absorvem menos energia espiritual, recebem praticamente somente energias vitais.

Para que o médium assimile ou perceba mais o plano espiritual é necessário acelerar a velocidade do chacra correspondente a sua mediunidade.

Quanto mais baixo o chacra, mais lento ele gira e tem menos “subdivisões”.

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 43/48)


A palavra chakra vem do sânscrito e significa “roda”. Os chakras são centros de força, verdadeiros vórtices por onde os dinâmicos campos magnéticos dos corpos espirituais se ligam ao físico. A sede deles está no duplo etérico, mas têm sua origem em estruturas superiores; essas energias em vórtice são de natureza cósmica e alimentam espiritualmente o ser que está manifestando o fenômeno vida.

Sempre em rotação, têm maior velocidade angular, conforme estiverem localizados em áreas superiores ou inferiores do corpo.

Chakras que presidem a vida espiritual, localizados na cabeça e outras partes superiores, têm velocidade superior aos chakras de vida vegetativa, que presidem atividades fisiológicas e se situam em partes inferiores do tronco. 

A atividade desses vórtices é aumentada pela evolução da pessoa ou por energia projetada de fora, especialmente para esse fim.

Provocada, a aceleração dos chakras corresponde a um desenvolvimento espiritual, com grande benefício para a criatura – que se torna mais vitalizada e ativa; se forem ativados os chakras superiores, aumentam os poderes psíquicos.

Os chakras são órgãos que pertencem à fisiologia transcendental do ser humano. Fulcros de força ativamente animados, recebem continuamente fluxos de energia cósmica e outras, exteriores ao corpo, que são por eles transformadas através de rebaixamento da frequência, de acordo com o tipo de chakra. Após devidamente moduladas, as energias são distribuídas pelas áreas ou campos em que atua cada chakra.

Esses vórtices, órgãos ou centros de força têm, cada um, sua frequência específica e colorido próprio. São sete e têm a seguinte distribuição:

Chakra Nome Sânscrito Localização
Básico Muladhara Base da coluna vertebral
Esplênico Swadhisthâna Sobre o baço
Umbilical Manipura Sobre o umbigo, no plexo solar
Cardíaco Anahata Sobre o coração
Laríngeo Vishuddha Sobre a tireóide
Frontal Ajna Sobre a fronte
Coronário Sahashara No alto da cabeça

Repetimos: todos os chakras são ativados naturalmente pelo “fogo serpentino” do próprio indivíduo, por meditação bem conduzida, preces, conduta reta, pureza interior, prática da caridade, altruísmo e por todos os atos que elevem o homem espiritualmente.

Também podem ser ativados através de passes magnéticos ou por energias diretamente aplicadas sobre eles, com o fim de melhorá-los, tratá-los ou curar a pessoa.  

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 86/87, 90)


Na dinâmica apométrica, o estudo dos chacras se faz necessário para a compreensão da origem dos desequilíbrios físico-emocionais do indivíduo, bem como para a sua harmonização.

Os chacras, centros de força ou energéticos, estão situados na superfície do corpo etéreo ou duplo etérico, tendo correspondência com alguns órgãos do corpo físico que estão, relativamente, próximos a eles. Quando o chacra está parado, lembra uma roda, e quando está ativo, seu giro e o colorido de suas pétalas lembram uma flor, a que os hindus denominam lótus.

Os chacras são interligados por finíssimos filamentos ou canais que lembram artérias. Esses canais etéricos – os nadis – entrecruzam o corpo etéreo em toda a sua extensão, conduzindo e distribuindo o prana, ou energia vital.

Cada chacra tem um ou vários subchacras, que são chamados de secundários, e uma correspondência com um órgão do corpo físico.

A principal função dos chacras é a absorção do prana, distribuindo, controlando e energizando os órgãos do corpo físico.

Seu bom ou mau funcionamento influencia o indivíduo nos campos psicológico, emocional e espiritual.

(Norberto Peixoto, Apometria – Os Orixás e as Linhas de Umbanda, Editora Besourobox, Porto Alegre/RS – 2015, p. 25/26)


Determinados compostos de unidades vitais formam os NÚCLEOS VIBRATÓRIOS, que em outras Escolas são chamados de CHACRAS ou RODAS. O vocábulo é de origem nheengatu – sha caá aara – (força que ilumina a natureza ou poder de absorver ou emitir energias naturais). Temos 7 mais importantes.

O 1º é o Coronal, que se assenta, no corpo astral, no alto da cabeça, em sua região póstero-superior, apresentando uma proeminência iluminada para mais ou para menos, segundo o grau evolutivo do Ser Espiritual. Sua cor é branco-azulada com laivos dourados. 

O 2º núcleo vibratório é o Frontal, que se localiza na região frontal interorbital; sua cor é amarelo-prateada. 

O 3º núcleo é o Cervical, que se assenta na região que intermedia o tórax e a cabeça. É de cor vermelho puro com laivos dourados se bem desenvolvido, esverdeado-escuros quando se encontra com bloqueios.

O 4º núcleo é o Cardíaco, assentando-se na região intermamária, ou seja, no meio da região torácica, se fosse no corpo físico. Sua cor é o verde puro, tendo laivos amarelo-dourados se estiverem em atividade superior. Caso contrário, sua cor é verde-escura com laivos escarlates.

O 5º núcleo vibratório é o Gástrico ou Solear, que se assenta na região abdominal superior. Sua coloração é alaranjada pura, bem brilhante. Se estiver em atividade superior, é alaranjado com laivos verde-musgo; caso contrário, é alaranjado-afogueado com raios verde-escuros.

O 6º núcleo vibratório é o Esplênico, que se assenta próximo da região umbilical (se fosse no corpo físico). Sua coloração, em atividade superior, é azul-clara com laivos anil-brilhantes; caso contrário, é azul-escura com laivos roxos.

O 7º núcleo vibratório é o Genésico, que se assenta na região hipogástrica. Sua coloração é violeta-claro. Sua atividade superior gera a coloração violeta com laivos dourados; caso contrário, é roxo-escuro-avermelhado com laivos acinzentados. 

(F. Rivas Neto/Yamunisiddha Arhapiagha, Umbanda, a Proto-síntese cósmica, 1ª edição 2002, 9ª reimpressão 2016, Pensamento Editora, São Paulo/SP – 2016, p. 61/62)


CHAKRAS DO DUPLO ETÉRICO E DO PERISPÍRITO

Existem dois tipos de chacras: os do perispírito e os do duplo etérico. Praticamente em toda a literatura que trata do assunto, nos deparamos com as seguintes terminologias: Chacras para os vórtices que se encontram no duplo etérico e Centros de força para os vórtices que se encontram no perispírito. Os centros de força do perispírito captam as vibrações do espírito e as transferem aos chacras do duplo etérico, que as filtram e as remetem para as regiões dos plexos correspondentes na matéria física.

Os chacras do duplo etérico são temporários, existindo enquanto este existir. Os centros de força do perispírito são permanentes, mas, sutilizam-se conforme o perispírito.

O centro coronário do perispírito, por exemplo, é um fabuloso órgão sem analogia entre nós, sede das mais avançadas decisões do Espírito Imortal, ao passo que o mesmo chacra coronário do duplo etérico é tão somente um elo de conexão, uma ponte viva sensibilíssima, mas sem autonomia, unindo o mundo divino perispiritual com o mundo humano da criatura em desenvolvimento.

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 49/50)


KUNDALINI – O FOGO SERPENTINO

Kundalini 1

A energia Kundalini é uma energia poderosa extravasada do Sol, violenta e agressiva, embora criadora, que embebe e se mistura à força telúrica do planeta terráqueo, e flui do centro da Terra numa ondulação retilínea que lembra uma serpente de fogo; daí sua denominação de “fogo serpentino”.

A principal função da Kundalini, quanto ao desenvolvimento oculto do homem, é que ao passar pelos chacras etéricos ela os aviva e converte em mais eficazes pontos de conexão entre os corpos físico e espiritual.

Devido à condição moral em que nos encontramos, normalmente o despertar da Kundalini causa um desequilíbrio psíquico. Quando, em vez da fronte, atinge o coração sem o devido controle espiritual emotivo, termina por avivar-lhe os maus sentimentos, dando-lhe força e estímulo para a dureza de sentimentos.

Quando a energia Kundalini é controlada e desviada de sua ação agressiva e ativadora da sexualidade inferior pelo homem que tem discernimento espiritual, então o fluxo vitalizante sobe, em proporção benfeitora, pela coluna vertebral até o cérebro, irrigando-o energeticamente, acelerando o desenvolvimento do intelecto e até faz redobrar as atividades mentais do mundo superior. Torna o homem lúcido e dinâmico.

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 60/63, e 68)


OS SETE CHAKRAS MAIORES OU PRINCIPAIS

Chakras Cones


CHAKRA BÁSICO (GENÉSICO/RAIZ)

Localiza-se na base da coluna vertebral, na região coccígea. Segundo os clarividentes, esse chakra – o mais primário de todos – compõe-se de quatro raios de cor predominantemente vermelha. Chakra vital por excelência, se ativado (isto é, energizado), acentua-se essa cor, que se torna cada vez mais viva.

Nesse chakra tem sede uma energia chamada “Fogo Serpentino” ou “Kundalini”, devido à forma de serpente que toma ao subir ao longo do corpo para vitalizar outros chakras. Trata-se de força vital primária que anima a vida encarnada; cada ser a recebe em quantidade compatível com suas características de frequência, amplitude e volume.

Ao dinamizar chakras mais elevados, Kundalini também lhes eleva a frequência de acordo com os níveis dos diversos planos vibratórios: etérico, astral, mental ou búdico.

É totalmente desaconselhável a ativação intempestiva do chakra básico. Por presidir as funções genésicas mais primárias, qualquer desvio de sua função provocará grandes perigos e dissabores. Nunca se deverá esquecer que essa poderosa energia está ligada às forças telúricas geradas pelo magnetismo do Planeta.

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 87/88)


De todos os chacras, o mais perigoso de ser “desperto” prematuramente é o chacra básico, sede da energia Kundalini (ou fogo serpentino).

Pelo que tenho pesquisado, acredito que sem a garantia de uma boa graduação espiritual, o homem que o “abrir” perderá seu domínio ante o primeiro descontrole emotivo ou mental em desfavor alheio, pois sua ira, desejo de vingança ou maus pensamentos serão quase que imediatamente concretizados sobre as vítimas em mentalização.

Situa-se na base da espinha dorsal, sobre a região sacra. Possui 4 raios, materialmente tem relação com os plexos hipogástricos e sacral.

Responsável pelos órgãos de reprodução e das emoções sexuais. Atua sobre a coluna vertebral, sistema central e periférico, todo aparelho urinário e aparelho reprodutor. Este chacra é o responsável pelo fluxo das energias poderosas que emanam do Sol e da intimidade da Terra. Os clarividentes observam que esse fluxo energético, provindo do âmago da Terra em simbiose com as forças que descem do Sol, assemelha-se a uma torrente de fogo líquido a subir pela coluna vertebral do homem, por isso esta energia é denominada de “Fogo Serpentino ou Kundalini”.

O indivíduo que abrir o chacra básico prematuramente, dará entrada a uma torrente de energia tão poderosa que irá lhe alimentar todas as paixões e todos os desmandos, o orgulho poderá explodir e o recalque sensual poderá dominá-lo de modo a realizar os piores caprichos e ações sobre o próximo. O chacra em desequilíbrio pode levar o homem à loucura, pois sua ação muito forte acirra o desejo sexual, semeando a satisfação aberrativa.

Quando essa energia descontrolada sobe pela medula e irriga o centro frontal de um homem inferior, alimenta-lhe o orgulho da personalidade terrena. Quando, em vez da fronte, atinge o coração sem o devido controle espiritual emotivo, termina por avivar-lhe os maus sentimentos, dando-lhe força e estímulo para a dureza de sentimentos.

No entanto, a Kundalini disciplinada sob a direção moral superior em criatura evangelizada, termina por ativar-lhe os centros de força do perispírito e faculta o desenvolvimento mais breve da mediunidade.

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 59, 65/68)


O chakra básico está relacionado com as glândulas suprarrenais, cujos hormônios são parte essencial de manutenção da vida no corpo.

As gônadas são a ligação glandular para o chakra raiz.

A glândula pituitária às vezes é chamada de “glândula mestra”. Ela poderia ser considerada como a regente de uma orquestra glandular. Ao seu “comando”, os hormônios são secretados dos testículos e dos ovários.

(Sergio Alberto Cunha Vencio, Manual Prático de Apometria, Educandário Social Lar de Frei Luiz, Rio de Janeiro/RJ, p. 124)


CHAKRA ESPLÊNICO

Localizado sobre o baço, a vitalidade que distribui é superior à do básico, quanto ao nível de frequência. Chakra da vida vegetativa, compõe-se de sete raios, é mais brilhante que o anterior e tem colorido variável. Apresenta grande importância nos fenômenos mediúnicos, pois é através de seu campo magnético que os espíritos incorporam nos médiuns.

O chakra esplênico é ativado naturalmente pelo Kundalini, em intensidade compatível com sua fisiologia. Se energizado de forma espontânea e descontrolada, poderá ensejar incorporações indesejadas, de maneira bastante incômoda.

Diz-se, então, que o chakra está “aberto”. Nesses casos, é necessário reduzir sua atividade ao nível normal: fecha-se o vórtice e reduz-se a frequência vibratória por meio de passes.  

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 88)


É um chacra secundário, mas Leadbeater, ao contrário do hinduísmo e dos sistemas de yoga, o considerou no lugar do chacra sexual. Situado à altura do baço. Possui 10 raios.

Principal entrada da energia vital (prânica). Regula a distribuição e a circulação dos recursos vitais, e a formação e reposição das defesas orgânicas através do sangue. É o principal centro energético de vitalização de todo o corpo físico. Abastece o baço, órgão purificador do sangue. Quando nos desvitalizamos, sentindo-nos fracos, é porque este chacra está com mau funcionamento.

Recebe diretamente as energias do chacra básico/genésico.

A pessoa que tem este chacra embotado é muito nervosa, se incomoda com tudo, irritada, é um vampiro de energia, porque não consegue se energizar sozinho.

Ele é muito importante para os médiuns que dão passe magnético, porque, durante o passe, parte dos fluidos vem da nossa vitalidade, e outra parte vem do plano espiritual. O médium desvitalizado rouba energia de quem possui, a parte espiritual vitaliza os dois, mas a energia vital não é espiritual, é neste momento que o médium suga do paciente.

A pessoa que tem este chacra muito desenvolvido pode trabalhar com cura, ou seja, é um médium curador.

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 70/72)


O chakra esplênico… É também responsável pela vitalização do duplo etérico enquanto o chakra básico está mais relacionado ao corpo físico.

O chakra esplênico conserva energias mais particularmente essenciais para a vida. Ele se liga diretamente ao chakra da garganta, que é o centro da expressão.

(Sergio Alberto Cunha Vencio, Manual Prático de Apometria, Educandário Social Lar de Frei Luiz, Rio de Janeiro/RJ, p. 125)


CHAKRA UMBILICAL (GÁSTRICO)

Situado sobre o umbigo, tem 10 raios, também chamados “pétalas”. De coloração que vai do avermelhado ao esverdeado, está ligado à fisiologia da alma, ao campo das emoções e sentimentos primários e também ao sistema nervoso – razão porque as emoções violentas paralisam a digestão e repercutem sobreo fígado. 

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 88)


Possui dez raios ou pétalas que variam do vermelho ao esverdeado. Trata-se do centro de vontade ou do ego inferior. Ligado ao sistema digestivo, à assimilação dos alimentos e dos nutrientes.

É também ligado ao elemento fogo, à visão e às energias psíquicas. Sendo assim, a pessoa que tem esse plexo desenvolvido terá maior sensibilidade para perceber as intenções dos outros, sejam boas ou ruins.

(Sergio Alberto Cunha Vencio, Manual Prático de Apometria, Educandário Social Lar de Frei Luiz, Rio de Janeiro/RJ, p. 125)


Possui 6 raios. Materialmente tem relação com o plexo solar.

Esse chacra, de natureza rudimentar, é responsável pela assimilação e metabolização dos alimentos ingeridos pelo homem. Responsável pelo funcionamento do aparelho digestivo, pela assimilação de elementos nutritivos e reposição de fluidos em nossa organização física. Principal função é ativar o processo metabólico, vitaliza o esôfago, estômago, pâncreas, fígado, vesícula, intestinos (todos os órgãos do aparelho digestivo), com exceção do baço.

Quando este chacra é muito desenvolvido, o homem aumenta sua percepção das sensações alheias, pois adquire um tato instintivo ou sensibilidade espiritual incomum, que o faz aperceber-se das emanações hostis existentes no ambiente onde atua, e também as vibrações afetivas que pairam no ar. Portanto este chacra ativa as percepções e sensibilidades de identificar energias.

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 69/70)


CHAKRA CARDÍACO

Situado sobre o coração, esse chakra é de um dourado brilhante e se divide em 12 partes ou raios. Está ligado às emoções superiores, afetos e sentimentos. Nele residem, por exemplo, a bondade, a afeição, a piedade e também o ódio. Em suma, as emoções sob vontade. As violentas e descontroladas afetam diretamente a fisiologia do coração, que pode sofrer até mesmo uma parada, provocando a morte. 

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 88/89)


Situa-se à altura do coração, à esquerda e acima. Possui 12 raios. Materialmente tem relação com o plexo cardíaco.

É o centro responsável pelo equilíbrio, pelo intercâmbio e controle da emotividade. Sua função é permitir o fluxo das informações do sentimento e emoções; sofre a influência do chacra Umbilical, que responde pelas emoções fazendo o meio de campo entre as energias etéricas e físicas. Com o chacra equilibrado a pessoa consegue ser muito lúcida em seus sentimentos e emoções.

Quando ele é bem desenvolvido favorece à consciência ou à percepção instantânea das emoções e intenções alheias.

O chacra cardíaco recebe eficiente contribuição vital do chacra esplênico, cujo Fluido Vital, ao atingi-lo, penetra no sangue pela via cordial e vitaliza-o, especialmente para que atenda à função cerebral.

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 72/73)


Pode-se dizer que seja o equilíbrio entre os três chakras que se localizam acima dele e os três da parte inferior do corpo. Seu elemento é o ar e apresenta-se com 12 raios ou pétalas de um amarelo brilhante.

Um indivíduo ligado ao quarto chakra entra numa vibração de compaixão, de desprendimento, de sabedoria e de amor incondicional.

(Sergio Alberto Cunha Vencio, Manual Prático de Apometria, Educandário Social Lar de Frei Luiz, Rio de Janeiro/RJ, p. 126)


CHAKRA LARÍNGEO

Localizado sobre a garganta, em frente à cartilagem tireóide, esse chakra tem faixas de frequências energéticas distribuídas pelos 16 raios que o compõem. Prateado e brilhante, o próprio brilho do vórtice mostra que ele é de frequência vibratória superior.

Sua função fisiológica espiritual é a de transmitir a idéia por meio da fala. Tem, por isso, grande importância na psicofonia.

Quando há dificuldade de comunicação do espírito incorporado, costuma-se ativar esse chakra até provocar a sintonia com frequência do espírito, com adequada abertura do canal de comunicação.

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 89)


Situa-se à altura da garganta. Possui 16 raios. Materialmente relaciona-se com o plexo cervical.

É o responsável pela saúde da área de fonação e audição (garganta, cordas vocais e sistema auditivo), vias respiratórias (boca, nariz, traquéia e pulmões) e de certas glândulas endócrinas (timo-tireóide e paratireóides).

Sua mais importante função é sustentar e controlar as atividades vitais, o funcionamento das glândulas timo-tireóide e paratireóides, estabilizando definitivamente a voz da criatura depois da época da puberdade.

É um chacra que influi muitíssimo nos demais centros de forças e nos plexos nervosos do organismo humano, porque o ato de materialização das idéias através da fonação é um fenômeno que concentra todas as forças etéreo-magnéticas do perispírito, atuando em vigorosa sintonia com os demais centros energéticos reguladores das funções orgânicas.  

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 74/75)


A responsabilidade deste chakra está relacionada à expressão das comunicações espirituais. Já sua ligação glandular faz-se com as glândulas da tireoide localizadas na garganta.

Quando das comunicações de mentores, os corpos mentais do médium e do espírito comunicante se encontram tornando possível o repasse da mensagem por meio de palavras. 

(Sergio Alberto Cunha Vencio, Manual Prático de Apometria, Educandário Social Lar de Frei Luiz, Rio de Janeiro/RJ, p. 127)


CHAKRA FRONTAL

Situado na fronte entre os olhos. Possui 96 raios. Materialmente tem relação com os lobos frontais do cérebro e a hipófise pituitária.

É o chacra dos sentidos, atuando diretamente sobre a hipófise e também na área do raciocínio e da visão.

Por isso é dito que este é o chacra responsável direto pelo funcionamento dos centros superiores intelectivos, bem como do sistema nervoso central (visão, audição, tato, etc.). Este também é um dos chacras responsáveis pela vidência e intuição no campo da mediunidade. Através dele emitimos nossa energia mental, portanto, é neste chacra que possuímos o comando dos poderes psíquicos.

O chacra frontal se encontra intimamente ligado com o correspondente centro de forças do perispírito.   

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 75/76)


Está localizado na fronte, entre as sobrancelhas, e compõe-se de 48 raios, divididos em duas porções.

É o chakra da espiritualidade superior. Nos fenômenos mediúnicos, é possível provocar a incorporação de qualquer espírito desencarnado (ou encarnado que esteja desdobrado do corpo físico) tocando com um dedo na área desse chakra, no médium, e, ao mesmo, projetando energia para sintonizá-lo com o espírito comunicante.

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 88/89)


É ligado à glândula pituitária ou hipófise que tem função coordenadora de todas as outras glândulas endócrinas.

Quando bem desenvolvido possibilita a clarividência e os poderes de psicometria.

(Sergio Alberto Cunha Vencio, Manual Prático de Apometria, Educandário Social Lar de Frei Luiz, Rio de Janeiro/RJ, p. 128)


CHAKRA CORONÁRIO

O “lótus de mil pétalas” da terminologia oriental está no alto da cabeça, com cores dos mais diversos matizes e atividade intensíssima. A diminuição de sua luminosidade, em um homem normal, mostra abaixamento do tônus vibratório e pode estar indicando uma vítima de obsessão ou magia negra.

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 89/90)


Situado no alto da cabeça. O nome Coronário vem de coroa. Conhecido entre os hindus por “lótus de mil pétalas”, possui 960 raios principais e um centro menor em turbilhão colorido, apresentando 12 ondulações ou raios. Materialmente relaciona-se com a Epífise.

É o chacra mais importante, porque nos liga ao plano espiritual, através dele captamos as energias Espirituais; esse chacra recebe primeiramente os estímulos do Espírito. É o elo, a ponte entre a mente do perispírito e o cérebro físico, sendo o responsável pela sede da consciência do Espírito encarnado.

Quando desenvolvido mantém todos os demais em pleno equilíbrio. Só deve ser desenvolvido com o controle moral, intelectual e espiritual.

Este chacra comanda os demais, embora vibrem interdependentes. Este chacra é o centro de forças mais importante do ser humano, de maior potencial e radiações, responsável pela sede da consciência do espírito.    

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 77/78)


Os chakras são degraus energéticos. À medida que vamos subindo, chegando ao chakra da coroa, o nível de vibração aumenta. Por meio do chakra coronário chegamos aos mais elevados níveis de meditação.

Associada ao sétimo chakra, está a glândula pineal, que tem por atividade receber as energias dos chakras e distribuí-las na função celular de todo o sistema endócrino.

(Sergio Alberto Cunha Vencio, Manual Prático de Apometria, Educandário Social Lar de Frei Luiz, Rio de Janeiro/RJ, p. 128)


 GLÂNDULA PINEAL (EPÍFISE)

Pineal e Pituitária

Nos diz André Luiz: “Enquanto o nosso companheiro se aproveitava da organização mediúnica, vali-me das forças magnéticas que o instrutor me fornecera, para afixar a máxima atenção no médium. Quanto mais lhe notava as singularidades do cérebro, mais admirava a luz crescente que a epífise deixava perceber. A glândula minúscula transformava-se em núcleo radiante e, em derredor, seus raios formavam um lótus de pétalas sublimes”. (André Luiz, Missionários da Luz, cap. II)

A Epífise ou Glândula Pineal é pouco conhecida pela ciência acadêmica, embora já tenha sido descrita desde a antiguidade grega.

A revelação espiritual informa ser a Epífise a glândula da vida mental e elo com a espiritualidade. Ela acorda as forças criadoras no organismo do homem, na puberdade, aos quatorze anos, aproximadamente e, em seguida continua a funcionar, como o mais avançado laboratório de elementos psíquicos da criatura terrestre.

A glândula pineal reajusta-se ao concerto orgânico e reabre seus mundos maravilhosos de sensações e impressões na esfera emocional.

Ligada à mente, através de princípios eletromagnéticos do campo vital, que a ciência comum ainda não pôde identificar, comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade.

A epífise desempenha papel mais importante em qualquer modalidade de exercício mediúnico. Através de suas forças equilibradas, a mente humana intensifica o poder de emissão e recepção de raios peculiares à esfera espiritual.

(Edvaldo Kulcheski, Saúde Integral: Os Chacras e a Bioenergia, Editora Escala, São Paulo/SP, p. 84/88)


FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. (Allan Kardec)
Chico 01
 EDITADO EM 15.05.2018

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