IMPULSOTERAPIA

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IMPULSOTERAPIA

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CONTAGEM: ENERGIA EM PULSOS

Em nossos trabalhos na Casa do Jardim, já habituamos a manejar grandes quantidades da indiferenciada “matéria prima” do manancial cósmico, em benefício de espíritos enfermos. Criamos, por exemplo, roupas limpas para espíritos maltrapilhos, oferecemos às turbas famintas grandes mesas repletas de alimentos. Também com essas energias, tratamos as repugnantes chagas de espíritos, que, desencarnados em estado deplorável, ainda conservam as mazelas que portavam quando encarnados (em virtude da escassa evolução espiritual, aliada à ignorância das coisas do espírito).   

A energia livre no cosmos é extremamente plástica, condensa-se e aglutina-se em obediência a uma vontade firme e experimentada.

A aglutinação faz-se paulatinamente, ao compasso de contagem; cada número, pronunciado, é pulso energético destinado a produzir um segmento do que se pretende criar; assim, avançando a contagem, 1… 2… 3… 4… 5…, pausadamente parte por parte, chega-se ao resultado final – que costuma ser assombroso, de tão rápido. Ao fim da contagem, ou seja, dos pulsos formadores, vemos criado aquilo que queremos.

Em poucos segundos, um máximo de 15, reconstituímos um braço ou membro que tenha sido amputado em acidente ou por outra causa, e do qual o paciente desencarnado ainda sofre dores atrozes. Ao fim da contagem, em que mentalizamos fortemente a reconstrução da parte lesada, pedimos ao espírito que a apalpe. Para surpresa dele, o membro encontra-se no lugar e perfeitamente são.

Reside aí, acreditamos, um dos pontos altos dessa técnica. Embora os surpreendentes efeitos, não se poderá tachar de fábula esse relato deles, pois os vimos obtendo há mais de 20 anos; desses resultados, temos testemunhas que não são apenas os impalpáveis espíritos, agradecidos e admirados pelas espantosas dádivas caídas literalmente “do céu”. Há também os médiuns que testemunham os êxitos dessas criações no plano astral, até porque delas participam.  E, naturalmente, os pacientes encarnados.

Não há mistérios nessa forma de operar energias mentais e cósmicas, nem deve haver. A contagem apenas cadencia o fluxo dos impulsos ou pulsos energéticos, não há mística em torno do número sete, nem no tom de voz, nos atos ou gestos do operador.      

(José Lacerda de Azevedo, Espírito/Matéria: Novos Horizontes para a Medicina, 9ª ed., Editora Pallotti, Porto Alegre/RS – 2007, p. 148)


Segundo o espírito RAMATIS, por meio do médium Norberto Peixoto:

Em Apometria se atua ativamente na manipulação de energias cósmicas, como agiam antigamente os velhos magos brancos de todas as fraternidades iniciáticas ocultas, desde os idos da nossa saudosa Atlântida.

Como não sois meramente mental, necessitais de pontos de apoio para fixação de vossos pensamentos para aglutinar as energias “soltas” no cosmo, condensando-as nas formas que visualizais durante os trabalhos.

Daí a importância do gestual simbólico, através do estalar de dedos e contagens, que auxiliam os sensitivos nas concentrações mentais exigidas para aglutinação das energias cósmicas, que pairam livres em todas as dimensões vibratórias que nos envolvem.

Isso é potencializado pelo fato dos médiuns se encontrarem desdobrados, na maioria com seus duplos etéricos levemente desacoplados do invólucro carnal, o que estabelece enorme usina grupal de doação de energia animalizada, fundamental para as recomposições de membros esfacelados, os enxertos ectoplásmicos e a desintegração de morbos e transplantes de órgãos etéricos doentes.

(Norberto Peixoto/Ramatis, Jardim dos Orixás, 2ª edição, Editora do Conhecimento, Limeira/SP – 2006, p. 192/193)


Já dissemos que o pensamento é uma força que tem um ponto de aplicação, direção e sentido. Agora reforçamos que o comando é uma ordem de uma vontade capaz de deslocar e de por em movimento quantidades significativas de energia para um determinado fim.

Uma mente serena e disciplinada pode se concentrar nos detalhes de sua criação, lançando de si a imagem que idealizou para que se projete com toda a clareza e nitidez com que foi concebida. Uma mente preocupada com conflitos internos ou externos não conseguirá se concentrar adequadamente nos detalhes da criação pretendida. Um grupo de atendimento, formado por pessoas nessas condições, ao se unir para uma produção conjunta obterá uma criação incompleta e fragmentada, muito aquém do que a espiritualidade espera.

Quando uma ordem de comando para uma dada formação ideoplástica se apoiar na força mental de mais de um servidor, poderemos ter a surpresa de ver que a projeção resultante não corresponde à imagem idealizada por aquele que deu a ordem. A falta de concentração e de conhecimento prévio do que se deseja projetar como já foi discutido, constitui-se num obstáculo real nos processos de ação e criação mental conjunta.

(João Pedro Farias Rodrigues, Introdução aos Fundamentos da Apometria, Gráfica Pallotti Artlaser, Porto Alegre/RS – 2017, p. 327)


FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. (Allan Kardec)
Chico 01
 EDITADO EM 25.10.2017

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